segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Preocupado com sua privacidade, WhatsApp permite limitar foto do perfil, status e “visto pela última vez”

Em https://tecnoblog.net/153327/whatsapp-limitar-foto-do-perfil-status-e-visto-pela-ultima-vez/
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34 semanas atrás

Para eliminar as dúvidas quanto ao acesso que o Facebook terá aos dados de seus usuários, o WhatsApp divulgou ontem uma nota na qual reafirma que não, o Facebook não vai ter acesso a nada e nem mudará os valores do serviço. E, já que a privacidade é tão importante para o WhatsApp, ele deixou nas mãos dos usuários a escolha para cada um.

A atualização que disponibiliza a nova configuração começou a ser entregue ontem, tanto para iOS quanto para Android. Agora, os usuários podem definir níveis de privacidade para as informações "públicas", ou melhor, as visíveis para todos os usuários: a mensagem "visto pela última vez em", foto do perfil e status. Dá para escolher quem terá acesso a essas informações todas: ninguém, todos os seus contatos ou todo mundo.

Antes, já dava para desativar a nem sempre agradável mensagem de que você esteve no app pela última vez a tal hora. A diferença desta atualização é que dá para limitar as pessoas que a verão. Para fazer isso, é só ir em Configurações > Informações da conta > Privacidade.

Quem tem iPhone ainda recebeu um lembrete de que o backup das mensagens pode ser feito no iCloud e ter sua frequência configurada: diária, semanal ou mensal, ou até desligar essa função. Até então, ela estava por padrão desativada e era preciso fuçar nas configurações para mudar isso.

No Android, a opção de backup em nuvem não existe e ele é feito no armazenamento interno do smartphone; vale lembrar: o próprio WhatsApp recomenda manter sempre o antivírus atualizado para impossibilitar que apps maliciosos tenham... ( continua em https://tecnoblog.net/153327/whatsapp-limitar-foto-do-perfil-status-e-visto-pela-ultima-vez/ )




  • DOWNLOAD PARCIAL. LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.
  • DOWNLOAD GRATUÍTO. FREE DOWNLOAD. AGUIAR, Vitor Hugo Berenhauser de. As regras do Truco Cego. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2012. 58 p. il.
  • DOWNLOAD GRATUÍTO. FREE DOWNLOAD. LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.
  • DOWNLOAD GRATUÍTO. FREE DOWNLOAD. LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.
  • CALLONI, H.; LARCEN, C. G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.
    http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


Mulheres fora da fôrma da normalidade

Em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/11/08/cultura/1415458106_217212.html

LITERATURA » Mulheres fora da fôrma da normalidade
A carioca Simone Campos dá corpo a personagens femininas que estão longe dos clichês













Aos 31 anos, Simone tem cinco livros publicados. / Divulgação


Simone Campos é uma escritora de personagens femininas incomuns. Seu quinto livro, A vez de morrer, lançado este ano pela Companhia das Letras, apresenta uma coleção delas. A principal é Izabel, uma jovem carioca bissexual, usuária de recursos modernos como aplicativos de encontros, em processo de mudança para um sítio na região serrana do Rio.

A autora conversou sobre sua mais recente protagonista e outras personagens femininas durante os Encontros Literários promovidos pelo El País na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre, que aconteceu nesta semana. Sua percepção é de que ainda faltam, nos livros, mulheres reais e fortes com as quais as leitoras contemporâneas se identifiquem. "Algumas mulheres parecem estar nos livros apenas para ocupar lugar, para fazer tudo por um filho, um marido ou um pretendente", explicou a integrante da nova geração de escritores brasileiros. "Acredito que existem as mais variadas motivações possíveis para uma personagem feminina, e pretendo explorá-las ao máximo. Há uma carência disso na literatura atual".

Seus personagens são figuras envolvidas nos dilemas e anseios de seu tempo, dispostas a se relacionar, mas que podem preferir o sexo casual a um relacionamento estável, e não sentem obrigação de ter filhos. Em A vez de morrer , a protagonista é a evangélica Sirlene. Cantora e baixista de uma banda de metal gospel na interiorana Araras, ela acalenta um sonho, mas tem até plano B para o caso de não ver seu desejo principal concretizado. Marta, a mãe de Izabel, é um contraponto à personalidade excêntrica da filha, que se depara com as agruras de ser mulher no ano de 2015, que é quando transcorre a história. "Ser normal, às vezes, pode dar mais pano pra manga, em termos de personagem, do que se você colocar todo mundo muito estrambótico", pondera a escritora.

As mulheres descritas no livro por Simone se deparam com problemas contemporâneos como estupro e 'revenge porn' (divulgação virtual de vídeos com cenas de sexo, geralmente feita por homens para se vingar da ex-namorada). Ela reconhece que "andar por aí neste corpo" facilita a tarefa de retratar as experiências femininas no mundo de hoje, mas rechaça a ideia de fazê-lo a partir de um olhar feminista. Tampouco acredita que suas obras devam, obrigatoriamente, abrir espaço para problematizar o machismo. "Pessoalmente, sou feminista, mas não fico dando liçãozinha de moral", ... ( continua em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/11/08/cultura/1415458106_217212.html )

Aos 31 anos, Simone é mestre em literatura e tem três romances entre os cinco livros publicados. O primeiro foi aos 17 anos, idade em que, após uma década, deixou de frequentar a Igreja Evangélica. Moradora de Botafogo, divide seu tempo entre a escrita, traduções, games e academia (diz ser "uma combinação estranha de nerd atlética"). Nesta sexta-feira, comemorava em Porto Alegre a aprovação para o doutorado em literatura comparada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). A escritora vai estudar a relação entre seus principais interesses, games e literatura. Isso ao mesmo tempo em que escreve o sexto romance. A parte difícil é viabilizar financeiramente todos os projetos. Sua dúvida era se a aprovação em terceiro lugar para o doutorado garantiria uma bolsa de estudos. "Doutorado com escrever ficção é ok. Se ainda tiver que traduzir para sobreviver, complica."


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  • CALLONI, H.; LARCEN, C. G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.
    http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


Por que o Brasil ainda não tem mestrado e doutorado a distância?

Em http://www.administradores.com.br/noticias/academico/por-que-o-brasil-ainda-nao-tem-mestrado-e-doutorado-a-distancia/94796/

Uma pessoa com deficiência encontra muitas barreiras e é necessário vencê-las diariamente para alcançar seus objetivos e sonhos

Dolores Affonso, Administradores.com, 8 de novembro de 2014 , às 11h02

Muitas pessoas me perguntam se eu tenho mestrado e doutorado. Não, não tenho. Sou professora de graduação e pós-graduação, coach, consultora e, profissionalmente, preciso de um mestrado, além de pessoalmente sonhar com isso há alguns anos! É um grande objetivo pessoal e profissional! O meu problema, e de muitas outras pessoas, não é achar um programa de mestrado que me agrade ou me candidatar, mas as inúmeras dificuldades em cursar um mestrado presencial.

Uma pessoa com deficiência encontra muitas barreiras e é necessário vencê-las diariamente para alcançar seus objetivos e sonhos. Muitas delas poderiam ser facilitadas, derrubadas com políticas e ações simples.

A exclusão é um problema grave no Brasil. É possível contar nos programas de mestrado a quantidade de pessoas com deficiência que, com muitas dificuldades e se superando todos os dias, conseguem cursá-los.

Um mestrado a distância resolveria grande parte deste problema. Mas, por mais incrível que possa parecer para nossa sociedade, o Brasil não tem um programa de mestrado a distância como já ocorre em diversos países. A UAB (Universidade Aberta do Brasil) até lançou alguns programas de mestrado semipresenciais para professores da educação básica, em artes, história, física, matemática etc., mas que não atendem à demanda nem supre as necessidades profissionais e acadêmicas de quem busca um mestrado ou um doutorado fora do escopo oferecido.

Atualmente, estudo a possibilidade de cursar mestrado a distância em Portugal, Espanha ou Estados Unidos, mas adoraria poder cursar no meu país. A educação aberta e em rede é uma realidade no mundo e o Brasil ainda tem muito que caminhar neste sentido. Temos no país diversas instituições de renome internacional, públicas e privadas que poderiam oferecer este nível de formação acadêmica e profissional na modalidade a distância, não apenas para brasileiros, como também para estrangeiros interessados em investir em seus estudos em nossas universidades. Ouço diversas alegações sobre a possível má qualidade de um programa nestes moldes, mas não entendo de onde surgiu este pensamento.

No Brasil, temos centenas de instituições que oferecem graduação e pós-graduação na modalidade EaD com altíssima qualidade e reconhecimento internacional, como a Fundação Getúlio Vargas, IBMEC, PUC, USP e tantas outras, inclusive públicas. Além disso, diversas instituições pelo mundo já oferecem mestrados a distância e com alta qualidade! Então, por que no Brasil deveria ser diferente?

Podemos citar diversos motivos para que tal medida seja implementada. O que me vem primeiro à mente são as barreiras que enfrento diariamente como uma pessoa com deficiência visual. Não apenas eu, mas 45,6 milhões de pessoas com deficiência em todo o país enfrentam inúmeras barreiras no seu dia a dia, inclusive na sua vida acadêmica, profissional e social, como a falta de acessibilidade das cidades, dos transportes públicos, que dificultam nosso deslocamento. Se pararmos para observar, veremos as enormes dificuldades dos cadeirantes e deficientes visuais em se deslocar de um ponto a outro, inclusive a vulnerabilidade. Claro que todos são vulneráveis à violência, mas, se enxergando já fica difícil perceber uma situação de risco, imagine sem enxergar? É difícil fugir de uma situação de perigo, imagine sem andar, preso numa cadeira de rodas? Como pedir socorro, ligar para a emergência sendo surdo, mudo ou com alguma dificuldade de fala? Além dos problemas de locomoção, comunicação e segurança, ainda enfrentamos as dificuldades internas das instituições que não estão prontas para atender as necessidades de tais alunos. Mas não é só nas pessoas com deficiência que devemos pensar!

Na atualidade, as pessoas têm cada vez menos tempo, o que limita sua disponibilidade para cursar um mestrado presencial. Isso é comprovado pela quantidade de pessoas cursando a modalidade a distância. Segundo a ABED (Associação brasileira de Educação a Distância), são quase 6 milhões de alunos no ensino superior a distância no Brasil. Dados do censo EADBR de 2012.

Além da flexibilidade de horários, de poder estudar de qualquer lugar, ainda há o avanço acelerado das tecnologias que facilitam, tornando a EaD muito mais acessível, oferecendo maior possibilidade de uma educação inclusiva, para todos. Com a EaD, é possível, mesmo fora dos grandes centros, no interior, áreas rurais, urbanas etc. cursar uma formação acadêmica e profissional.

Ainda sobre a qualidade, muitas pessoas me perguntam como foram meus estudos pela modalidade EaD e falo com muito orgulho: fiz graduação em Administração de empresas e três pós-graduações a distância em Marketing, Design Instrucional e Educação Especial e as instituições foram ótimas e os cursos de alta qualidade.

Proponho uma consulta pública para que o MEC identifique o contingente imenso de interessados em mestrados e doutorados a distância e os implantem no país. Afinal, essas pessoas acabam, atualmente, optando por cursar em universidades fora do Brasil, quando poderiam cursar aqui! E me pergunto: Por que o Brasil não tem mestrado e doutorado a distância? Nós (pessoas com deficiência) queremos fazer mestrado e doutorado também! E queremos oportunidades iguais!

Mas não é por falta de políticas públicas neste sentido que deixaremos de sonhar com o crescimento acadêmico e profissional e com uma vida melhor. Vamos... ( continua em http://www.administradores.com.br/noticias/academico/por-que-o-brasil-ainda-nao-tem-mestrado-e-doutorado-a-distancia/94796/ )

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade.



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    http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Como as redes sociais estão mudando a vida das supermodels

Em http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/moda/como-as-redes-sociais-est%C3%A3o-mudando-a-vida-das-supermodels/ar-BBd728E

Forbes Brasil

O mundo está experimentando um ressurgimento das supermodels. Desde os anos 1980 (com Kate Moss, Naomi Campbell e Christy Turlington), não há uma época em que modelos aparecem tanto e com tamanho reconhecimento internacional. Miranda Kerr, Kate Upton e Gisele Bündchen se tornaram nomes conhecidos não apenas por campanhas publicitárias lucrativas, mas por  franquias empresariais e papéis em produções de Hollywood.

E para muitas desta nova safra de modelos, as redes sociais tiveram papel essencial para impulsionar suas vidas profissionais.

Na era da selfie, não há ninguém melhor para alavancar plataformas baseadas em imagem como Instagram e Vine do que as top models. Beleza, é claro, é um componente importante para o seu sucesso (alguém não gosta de olhar para fotos de Adriana Lima e Alessandra Ambrosio?). E é assim a vida retratada nessas redes: sessão de fotos em Bali e festas são a chave de ouro para o sucesso.

"Blogs e mídias sociais deram para pessoas independentes na moda uma plataforma para brilhar já que as formas tradicionais de subir no varejo e na indústria fashion eram muitas vezes longas e árduas", disse Macala Wright, diretora digital no Emmis Communications. "As modelos mais inteligentes levaram para mídias visuais digitais fotos e vídeos e entenderam que o consumidor precisa aprender, ser inspirado e motivado por imagens."

Enquanto milhões de pessoas fazem login no Instagram e no Twitter todos os dias para obter um vislumbre dentro no mundo da moda, personalidades como Cara Delevingne e Chrissy Teigen (com quase 7 milhões e 865.000 seguidores no Instagram, respectivamente) ganham reconhecimento por meio de imagens de designer de grifes famosas e até mesmo fotos de si mesmas ​​com os amigos ou fazendo um bolo. Modelo da Victoria's Secret, Doutzen Kroes posta fotos de seus filhos e marido em um dia e no dia seguinte sessão de fotos de luxo.

Vicky Yang, coordenadora de marketing da The Society Manegement conta que as mídias sociais tornaram-se uma saída ideal para modelos que querem compartilhar suas experiências e personalidades únicas além de sessões de fotos e eventos de imprensa.

"Ao invés de posar como meros manequins em um pedaço de papel ou até mesmo em movimento dentro de um vídeo, agora eles têm plataformas em que ambas as suas viagens pessoais e de carreira pode ser documentadas completamente", afirma Yang. "É claro que, dentro deste público estão pessoas que não só consomem conteúdo de mídia social, mas potencialmente produtos e as marcas estão começando a perceber que este tipo de influência direta tornou-se... ( continua em http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/moda/como-as-redes-sociais-est%C3%A3o-mudando-a-vida-das-supermodels/ar-BBd728E )

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    http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


Autoridade Tributária avança para Big Data em 2015

Em http://www.computerworld.com.pt/2014/11/06/autoridade-tributaria-avanca-para-big-data-em-2015/

6 de Novembro de 2014

Em Janeiro de 2015, a Autoridade Tributária espera ter concluída a prova de conceito de Big Data na organização. O processo de escolha da solução deverá ficar concluído até final do primeiro semestre e a questão do financiamento poderá ser a única condicionante.

"Estamos a preparar um projecto que vai permitir o cruzamento de informação estruturada e informação não estruturada. E está para breve": foi com estas palavras que Carlos Santos, coordenador da área de sistemas da Autoridade Tributária (AT), introduziu o tema da implantação de tecnologias de "Big Data" na AT, durante a sua intervenção no Oracle Day, em Lisboa.

Em declarações para o Computerworld, Carlos Santos adiantou que "a AT está neste momento a desenvolver a prova de conceito do Big Data, um processo que iniciámos em 2014 e que deverá estar concluído em Janeiro do próximo ano". O responsável acrescentou ainda que "se tudo correr como está programado e não haver qualquer condicionamento, por exemplo, do ponto de vista financeiro, faremos uma consulta ao mercado durante os meses seguintes e até final do primeiro semestre de 2015 teremos concluído a escolha da solução".

Carlos Santos explicou a evolução para o Big Data na AT como um caminho normal no processo de informatização e digitalização iniciada no início da primeira década deste século, focado em responder aos desafios do fisco e procurava benefícios em diferentes aspectos: simplificação e automatização de processos, que respondia aos desafios do fisco e procurava benefícios a diferentes níveis: simplificação e automatização de processos, desmaterialização, transparência, agilidade organizacional e poupança/redução de cursos.

O responsável lembrou que a AT tem um objectivo que "é servir melhor o cidadão, melhorando os processos de interacção com o cidadão/contribuinte, e facilitar o acesso à informação fiscal junto dos serviços. Os sistemas servem para ajudar a dar cumprimento a esse objectivo".

O projecto envolve integrar processos de back-end com o front-end (estratégia de acesso multicanal), criando um sistema integrado com uma "visão de 360 graus" sobre contribuintes.

Por outro lado, a evolução para o Big Data decorre também da estratégia de TI da AT, passa por integrar processos de back-end com o front-end (estratégia de acesso multicanal), criando um sistema integrado com uma "visão de 360 graus" sobre contribuintes e, no limite, informatizar os serviços ao ponto de conseguir criar um sistema de personalização de atendimento para todos os contribuintes.

Carlos Santos salientou também, nesta estratégia de acesso multiplaforma/multicanal e de interacção com os cidadãos, as aplicações móveis e social media são cada vez mais relevantes.

Evolução para Big Data é necessária 

Este processo ocorre numa década de crescimento exponencial dos dados e das transacções nos sistemas (400 servidores) da AT, o que torna quase a inevitabilidade da evolução para o Big Data: porque existem dados e porque é necessária. Carlos Santos lembra a AT gere 9,5 milhões de utilizadores, processa por dia 7,5 mil milhões de dados, tem mais de 1 petabyte de dados e o crescimento anual é de 20%, gerindo ainda 161 milhões de documentos de transportes, entre outros desafios.

Por outro lado, lembra que entre 2012/2013 os sistemas conseguiram responder em simultâneo/sessões a mais de 210 mil pedidos (coincide com a entrega do IRS), contra 111000 entre 2008/2011. Durante a sua intervenção no Oracle Day, Carlos Santos informou ainda que a AT possui e utiliza uma Cloud Privada "já há algum tempo", desde... ( continua em http://www.computerworld.com.pt/2014/11/06/autoridade-tributaria-avanca-para-big-data-em-2015/ )


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    http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


Um terço dos portugueses residentes no Continente foram ao banco através da Internet

Segundo um estudo da Marktest, nos primeiros nove meses deste ano cerca de 2.5 milhões de portugueses acederam à sua conta bancária através da Internet.

Comparativamente ao ano de 2003, a utilização dos serviços que permitem aceder à conta bancária através da Internet triplicaram nos primeiros nove meses do recorrente ano.

De acordo com o mesmo estudo, os utilizadores são novos, com idades compreendidas entre os 25 e os 35 anos, estando portanto mais à vontade com as novas tecnologias, exprimindo uma percentagem de 60.5%. Dos inquiridos, 66.4% encontram-se numa classe social média ou alta.

Estes dados pertencem ao estudo da Marktest "Basef Banca", no qual foram questionados residentes no Continente com 15... ( continua em http://www.tecnologia.com.pt/2014/11/um-terco-dos-portugueses-residentes-continente-foram-ao-banco-atraves-da-internet/ )


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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Site permite a comparação de gastos de 5,1 mil municípios do Brasil

O projeto Meu Município pretende facilitar a fiscalização das prefeituras

04/11/2014 | 14h37
Site permite a comparação de gastos de 5,1 mil municípios do Brasil Meu Município/Divulgação
Foto: Meu Município / Divulgação

Desde maio de 2012, a Lei de Acesso a Informação obriga que dados públicos – como a receita e os gastos das prefeituras – sejam disponibilizados para todas as pessoas. Porém, sistemas complicados e o excesso de "tecniquês" dos dados podem afastar o público das informações. A Insper e a Fundação Brava lançaram o projeto Meu Município, que pretende facilitar a fiscalização dos governos municipais reunindo dados de 5,1 mil municípios brasileiros – de um universo de 5.570 – disponibilizados pelo Tesouro Nacional e IBGE.

Leia as últimas notícias de Zero Hora

– A ideia é transformar os dados que estão lá em algo mais simples, que qualquer cidadão consiga entender e analisar – explica Miriam Ascenso, Gerente de Projetos do Meu Município – lançado no começo do ano e recém atualizado com os últimos dados do tesouro

Reunir dados públicos e facilitar sua análise não é algo novo. Organizações como Transparência Brasil e Transparência Hacker e veículos de imprensa já realizaram vários projetos nesse sentido. O Meu Município, porém, traz uma proposta diferente, além de reunir os dados e explicá-los, oferece uma ferramente para comparar as administrações municipais.

É possível analisar em que áreas os recursos foram gastos – como saúde e saneamento – e comparar diferentes municípios (tirando Brasília, que não tem os dados no site). Os dados mostram, por exemplo, que a capital gaúcha gasta uma maior porcentagem de seu orçamento com saúde e saneamento do que a média das outras capitais, mas gasta menos com... ( continua em http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/11/site-permite-a-comparacao-de-gastos-de-5-1-mil-municipios-do-brasil-4635462.html?utm_source=Redes+Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite )


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