quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Aedes flagrado em tempo real

Em http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/09/23/aedes-flagrado-em-tempo-real/?cat=tecnologia

Armadilha inteligente captura insetos e identifica a espécie por meio do batimento das asas

RICARDO ZORZETTO | ED. 247 | SETEMBRO 2016


Em agosto, começou a ser testado na Flórida e na Califórnia o protótipo mais avançado de uma armadilha inteligente que, além de atrair e capturar insetos, identifica automaticamente a espécie e o sexo a que pertencem. Criado por dois pesquisadores brasileiros e um norte-americano, o equipamento pode simplificar o monitoramento das populações de mosquitos transmissores de doenças, como o Aedes aegypti, responsável pela disseminação de dengue, chikungunya e zika.

"Desde que começamos a desenvolver a armadilha, ela tem passado por aprimoramentos constantes", afirma o entomologista Agenor Mafra-Neto, presidente da empresa brasileira Isca Tecnologias, especializada no controle de pragas, e um dos integrantes do projeto. Ele e os cientistas da computação Gustavo Batista, da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, e Eamonn Keogh, da Universidade da Califórnia em Riverside, já produziram versões que usavam laser no mecanismo de detecção, antes de obterem resultados melhores com led. Também construíram modelos alimentados por baterias e cabos de força conectados à rede elétrica e estudam conectar um painel solar ao equipamento. Simultaneamente a esses ajustes, eles testaram diferentes versões do software que reconhece a espécie e o sexo dos mosquitos pela batida das asas. "Esperamos até o final do ano ter um protótipo robusto adaptado ao uso em campo para testar no Brasil", diz Mafra-Neto.

A armadilha é simples: um cilindro de tecido preto de quase 60 centímetros de comprimento, fechado na extremidade inferior. Sua aparência austera, porém, não dá pistas de seu conteúdo tecnológico. Na extremidade superior, um tubo negro serve de entrada para os insetos e traz acoplado um sensor eletrônico que usa luz para detectar a passagem dos mosquitos e identificar a espécie e o gênero a que pertencem a partir da frequência com que batem as asas.

Os insetos são atraídos por um aroma artificial, desenvolvido pela Isca Tecnologias, que lembra o de plantas frescas. Sempre que um mosquito entra na armadilha, ele atravessa um cone de luz infravermelha, emitido por um led. Sua passagem pela região iluminada projeta uma sombra no sensor, que é transformada nos sinais elétricos que alimentam o programa de computador responsável por reconhecer a espécie e o sexo. Imediatamente são registradas a hora do evento, a temperatura e a umidade do ar. Uma vez no interior da armadilha, o mosquito não consegue escapar e morre desidratado.

Usar luz para medir o batimento de asas foi uma grande sacada do projeto. Desde os anos 1940, buscam-se estratégias automáticas de se fazer isso. Mas as anteriores registravam o som com microfones, que captavam ruídos do ambiente.

Tanto o aparato de detecção quanto o software de reconhecimento foram desenvolvidos pela equipe de Batista na USP. Seu grupo, com o da Isca Tecnologias e o de Keogh, usou uma abordagem computacional, chamada aprendizado de máquina, para desenvolver um software que aprende a reconhecer os padrões de batimento das asas de cada espécie depois de exposto a alguns exemplos.

Ao mesmo tempo que trabalhavam na programação, os pesquisadores começaram a criar bibliotecas de referência para ensinar o programa a identificar o ritmo de batimento de asa de diferentes espécies. Os pesquisadores já avaliaram a capacidade do programa de identificar ao menos seis espécies de mosquitos. De modo geral, a taxa de acerto foi alta: variou de 80% para as moscas-da-fruta da espécie Drosophila simulans a 99% para o Aedes aegypti, segundo artigo publicado em 2014 no Journal of Insect Behavior.

© LÉO RAMOS

Protótipo da armadilha: 99% de acerto na identificação do Aedes aegypti

Protótipo da armadilha: 99% de acerto na identificação do Aedes aegypti

Aprimoramento e aplicativo
Batista e Mafra-Neto calculam que já foram investidos US$ 5 milhões no desenvolvimento da armadilha, financiados pela FAPESP, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo governo dos Estados Unidos. Em agosto, o projeto foi um dos 21 selecionados entre 900 concorrentes para receber financiamento da Agência Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos (Usaid) para combater a zika. Os pesquisadores terão US$ 500 mil dólares para aprimorar a armadilha.

O dinheiro já tem destino. Mafra-Neto e seu grupo na Isca Tecnologias devem finalizar o desenvolvimento da isca atrativa de longa duração, um blend de compostos que atrai os mosquitos e repele polinizadores. Em São Carlos, Batista e sua equipe trabalharão no aprimoramento do sensor, para barateá-lo, e na finalização de um aplicativo móvel, que permitirá receber via celular informações sobre as espécies de mosquitos e sua densidade populacional nas áreas monitoradas pela armadilha. O aplicativo também deverá fornecer dados sobre o comportamento das espécies e dicas para combatê-las. "Esse tipo de informação pode estimular as pessoas a controlar os mosquitos e os ovos em casa", diz Batista.

O objetivo é chegar a um produto de valor acessível, que possa ser facilmente usado pelas autoridades de saúde e pela população. "Hoje, a contagem e a identificação dos mosquitos são feitas manualmente por especialistas em taxonomia e entomologia", explica Mafra-Neto. "Esses profissionais são um recurso caro e escasso, o que provoca gargalos na detecção de focos de transmissão de doenças."

As armadilhas disponíveis para o monitoramento de insetos apenas os capturam. "Desconheço alguma que faça a identificação automática", afirma o biólogo Delsio Natal, estudioso da ecologia de mosquitos da família Culicidae e professor aposentado da Faculdade de Saúde Pública da USP em São Paulo. "Se esse projeto funcionar, será pioneiro", diz. Para a bióloga da USP Margareth Capurro, que desenvolveu uma linhagem de Aedes geneticamente alterada para produzir machos estéreis, uma armadilha que identifique os mosquitos permitiria saber quando uma nova espécie entra no local. "Esse tipo de monitoramento é importante, ainda que não permita saber se os mosquitos estão infectados", afirma.

A versão atual da armadilha sai por... ( continua em http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/09/23/aedes-flagrado-em-tempo-real/?cat=tecnologia )


Projeto
Sensores inteligentes para controle de pragas agrícolas e insetos vetores de doenças (FAPESP-PPP/2012) (nº 2012/50714-7); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular; Pesquisador responsável Gustavo Enrique de Almeida Prado Alves Batista (USP); Investimento R$ 137.402,06.

Artigo científico
CHEN, Y. et al. Flying insect classification with inexpensive sensors. Journal of Insect Behavior. v. 27 (5). p. 657-77. set. 2014.



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CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.


Alunos criam máquina para apagar texto e reutilizar papel, no ES

Em http://g1.globo.com/espirito-santo/educacao/noticia/2016/10/alunos-criam-maquina-para-apagar-texto-e-reutilizar-papel-no-es.html

18/10/2016 10h15 - Atualizado em 18/10/2016 10h15


Projeto será apresentado na Semana Estadual de Ciência e Tecnologia.
Máquina ainda é um protótipo, que simula como equipamento vai funcionar.

Raquel LopesDe A Gazeta





Alunos de uma escola municipal de Vila Velha, no Espírito Santo, criaram uma máquina  para apagar texto e reutilizar papel. A desimpressora vai ser um dos projetos apresentados na 13ª Semana Estadual de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, que começa nesta terça-feira (18), em Vitória.

O produto criado por cinco alunos no laboratório de robótica da Escola Municipal Deputado Mikeil Chequer, em Boa Vista II, é um protótipo que simula como ela vai funcionar. Ele é um dos 60 projetos desenvolvidos por mais 300 alunos na V Feira Estadual de Ciências e Engenharia (Fecieng-ES).

Segundo o professor de Tecnologia Educacional Jadson Prado Rafalski, um dos coordenadores do projeto, a desimpressora foi criada com o objetivo de minimizar os danos ao meio ambiente causado pela produção de papéis

"Estamos levando a proposta que prevê, através de um reagente químico, a retirada da impressão da folha, que servirá para reúso", explicou.

Semana
A feira é uma das programações da 13ª Semana Estadual de Ciência e Tecnologia, coordenada pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti). Haverá também outras atividades, como palestras, cursos, minicursos, exposição e conferências.

O objetivo do evento é promover a Ciência e a Tecnologia no Espírito Santo, mobilizando diversas áreas e também para estimular os jovens a contribuir com soluções criativas e inovadoras para as mais variadas questões socioambientais.

Segundo a secretária de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Camila Dalla Brandão, a expectativa é que o evento atraia cerca de 80 mil pessoas em 12 cidades do estado.

"Precisamos mostrar que a Ciência faz parte do dia a dia. Há vários tipos de Ciência e ela é a base de tudo. Se não existir uma base científica, não conseguimos desenvolver nada", afirma.

A abertura oficial do evento acontece às 10 horas, no Salão São Tiago, no Palácio Anchieta, no Centro de Vitória.

A semana acontece até o dia 23 de outubro, mas algumas atividades do evento serão estendidas até o dia 30 de novembro.

Feira vai acontecer em 12 municípios
Neste ano, a Semana Estadual de Ciência e Tecnologia chega com um formato diferente e contempla 12 municípios do Estado.

Fazem parte do circuito: Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Alegre, São Mateus, Piúma, Divino São Lourenço, Cachoeiro de Itapemirim, Venda Nova do Imigrante, Domingos Martins e Água Doce do Norte.

Objetivo é descentralizar o evento para a popularização da Ciência em todo o Espírito... (continua em http://g1.globo.com/espirito-santo/educacao/noticia/2016/10/alunos-criam-maquina-para-apagar-texto-e-reutilizar-papel-no-es.html )

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CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.
http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Número de professores com doutorado no ensino superior cresceu 124% na última década

06/10/2016- 16h09min
  -  Atualizada em 06/10/2016- 16h09min



O número de professores com doutorado nas salas de aulas da instituições de ensino superior brasileiras mais que dobrou na última década. Conforme dados do Censo da Educação Superior, divulgado nesta quinta-feira, a presença desses profissionais cresceu 124% entre 2005 e 2015.

Em 2015, professores com essa titulação representavam 36% do total de docentes, 14% a mais que 10 anos antes. O principal responsável pelo avanço foi a rede pública. Se há 11 anos os doutores eram 40% nessas instituições, passaram a ser 68% dos professores. Já na rede privada, houve pequena retração. De 22% em 2005, profissionais com essa titulação chegaram a 21% em 2015.

Enquanto o típico docente da rede pública possui doutorado, o grau de formação mais frequente entre os professores na rede privada é o mestrado, chegando a quase 50%. O regime de trabalho também é diferenciado em cada um das redes: nas instituições públicas, professores costumam atuar em tempo integral. 

Já nas privadas, os profissionais dedicam-se parcialmente à atividade de docência. Em gênero e faixa etária, o perfil do profissional que leciona é idêntico em ambas as redes: a maioria são homens, e a média de idade é... ( continua em http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/10/numero-de-professores-com-doutorado-no-ensino-superior-cresceu-124-na-ultima-decada-7691310.html )


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http://periodicos.unesc.net/index.php/criaredu/article/view/1437


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