quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sites lançam serviço de marcação de consultas médicas

Em http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1106191-sites-lancam-servico-de-marcacao-de-consultas-medicas.shtml

Sites lançam serviço de marcação de consultas médicas

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

18/06/2012 - 06h00

A marcação de consultas pela internet virou negócio no Brasil.

Desde o início do ano, quatro sites que permitem agendar on-line uma visita ao médico foram lançados em São Paulo -e têm planos de expandir a área de cobertura.

As páginas são inspiradas na americana ZocDoc, lançada em 2007 e que atrai cerca de 1,2 milhão de usuários por mês, segundo o serviço.

"As pessoas já fazem buscas de médicos na internet. Agora já podem marcar consultas a qualquer hora do dia", diz Paulo Piccini, 29, fundador do site YepDoc, lançado em abril.

Segundo ele, a maioria das consultas são agendadas fora do horário comercial.

No site, o paciente escolhe o convênio (ou consulta particular), a especialidade e a região. A página gera uma lista de médicos com os dias e os horários disponíveis. O agendamento é confirmado por e-mail.


Editoria de Arte/Folhapress

Bartolomeu Cavalcanti, 25, cofundador e diretor do site Dr. Busca, aberto em janeiro, afirma que, para o paciente, a maior vantagem é não ter de ligar para vários consultórios até achar a data mais apropriada. O serviço ainda envia um SMS para lembrar o paciente da consulta quando o dia se aproxima.

Grávida de seis... ( continua em http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1106191-sites-lancam-servico-de-marcacao-de-consultas-medicas.shtml )

segunda-feira, 18 de junho de 2012

"Na dúvida entre duas pessoas, escolhemos a que se sai melhor em mídias sociais"

Em http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/25007/Sua+vida+%28e+seu+futuro%29+pode+estar+no+Google

17/06/2012 23:51

Sua vida (e seu futuro) pode estar no Google

Cada vez mais empresas utilizam a ferramenta para ajudar a selecionar os seus futuros profissionais
Cristiano Pavini/Colaboração para o BOM DIA

Essa pesquisa, simples é rápida, está ganhando cada vez mais força nas empresas na hora de contratar funcionários. "O que a internet revela sobre nós pode influenciar, e muito, em nossa vida profissional", garante Tatiane Souza, diretora da empresa de RH Gente Mais.

A pesquisa pode mostrar, por exemplo, nossas opiniões e qual o nível de nosso senso crítico, através de nossa participação em blogs e fóruns de discussão. Até um comentário deixado no portal do BOM DIA pode ser localizado. 

Com base nisso, as empresas verificam se o candidato é indicado para a vaga. "Quem procura um cargo de relações pública, por exemplo, precisa mostrar que é bem articulado na rede e que possui vida social", afirma Tatiane.

Apesar de não utilizarem a pesquisa na internet como fator primordial para a contratação, ela pode ser utilizada para dar aquele empurrãozinho a mais: seja para a conquista da vaga ou para o "obrigado, mas você não se adequa a empresa". "Na dúvida entre duas pessoas, escolhemos a que se sai melhor em mídias sociais", afirma Patrícia Sanches, editora-chefe de Web da editora Alto Astral. Ela garante que a empresa não verifica o comportamento da pessoa na rede, mas sua facilidade em manuseá-la.

Durante a seleção para contratação da estagiária Soraia Alves, 23 anos, por exemplo, verificou-se que a candidata participava ativamente de redes sociais e possuía até um blog. Mas havia um problema: ela escrevia sobre música indie, e o cargo era voltado ao gênero sertanejo. O que poderia ser um problema tornou-se um ponto positivo: o blog revelou que Soraia era competente e ela foi contratada.

Sucesso
A dica básica para se dar bem na internet é a moderação, potencializando os pontos fortes e minimizando os fracos. Tudo isso, entretanto, sem cometer excessos. A exposição excessiva da vida particular, por exemplo, deve ser evitada. "Uma vez pesquisamos o perfil de um candidato e encontramos uma discussão, com xingamento, entre ele e familiares", diz Tatiane. Para isso, uma das dicas é deixar as redes sociais restritas para visualização de amigos.

Entretanto, moderação não pode ser confundida com desaparecimento. "É preciso aparecer na internet, mostrando que você tem um diferencial em relação aos outros candidatos", explica Tatiane.

Para isso, a reportagem traz ao lado algumas dicas para se dar bem e evitar vexames na hora do emprego. Uma delas é mostrar que está bem informado e contar suas experiências sobre o tema no portal do BOM DIA.    

Dicas de como agir
1 - Estar presente na internet, mostrando suas qualidades
Quando alguém realizar a busca de nosso nome, deve encontrar pelo menos algumas informações sobre você. Ser um "anônimo" é uma das piores coisas. 

2 - Participar de fóruns de discussão e blogs com visão crítica
Diversifique os comentários. Em vez de ficar falando apenas sobre amigos ou famílias, procure expor seu ponto de vista sobre temas do cotidiano. Entretanto, fique atento na hora de comentar, para não "falar bobagens".  

3 - Atualizar informações profissionais ou de formação escolar
Procure criar um perfil no Linkedin, uma rede social específica para trocas profissionais. Além disso, divulgue suas qualidades nas demais redes (como facebook, twitter e orkut). Mas atenção: as informações devem estar sempre atualizadas, senão podem  atrapalhar e não ajudar.

4 - Ficar atento ao perfil e características do emprego desejado  
Alguns cargos requerem qualidades específicas na internet. Por exemplo: alguém de Relações Públicas necessita ser bem relacionado nas redes sociais 

5 - Exponenciar os pontos fortes e diminuir os fracos
Se souber falar vários idiomas, deixe comentários em fóruns de outros países ou compartilhe sites estrangeiros. Isso valoriza seu perfil profissional.

Dicas do que evitar
1 - Não expor sua vida pessoal de maneira exacerbada
Seus comentários podem ser vistos não apenas por amigos e parentes, mas também por seu atual ou futuro chefe. Pense duas vezes antes de expor sua vida íntima para o olhar dos demais. 

2 - Cuidado com as brincadeiras de mal gosto na rede
Algumas piadas podem ofender seu chefe e colegas, sejam eles atuais ou futuros. Brincadeiras envolvendo comentários de etnias, religião ou opção sexual, por exemplo, podem expor um preconceito indireto de sua parte.  

3 - Não revele problemas ou desabafos profissionais
Os tradicionais comentários em tom de brincadeira pedindo o descanso no  final de semana devem ser moderados, para não dar a entender que você está descontente com o trabalho. Reclamar do chefe ou dos colegas na rede, então, nem pensar.

4 - Não exponhas em rede os seus pontos fracos ou dificuldades
Comentários como "a língua inglesa é igual a russa, não entendo nada" podem parecer engraçados, mas mostram sua deficiência no idioma.  

5 - Não se torne um anônimo na rede, é preciso aparecer
Se você pesquisar por seu nome no google e não aparecer nada de interessante, será preciso acender o sinal de alerta e mudar suas atitudes na... ( continua em http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/25007/Sua+vida+%28e+seu+futuro%29+pode+estar+no+Google )

O site de comércio eletrônico da Austrália cobra taxa adicional dos clientes que fazem suas compras utilizando o navegador Internet Explorer 7.

Em http://www.jornalfloripa.com.br/tecnologia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=2451

17/06/2012 às 11h50min - Atualizada em 17/06/2012 às 11h50min

O site de comércio eletrônico Kogan, da Austrália, está cobrando uma taxa adicional de 6,8% dos clientes que fazem suas compras utilizando o navegador Internet Explorer 7.

A Kogan justifica a medida com a afirmação de que sua equipe técnica gasta muito tempo para fazer com que o site apareça corretamente nessa antiga versão do browser da Microsoft.

A taxa, que passou a valer nesta quarta (13), foi divulgada por meio de um blog da loja virtual.

"Nossos preços são baixos porque usamos tecnologias eficientes e sem obstáculos. Uma das coisas que nos atrapalha é o uso desse navegador, extremamente velho."

"Não só isso nos custa uma enorme quantia de dinheiro, como também afeta qualquer outro negócio on-line. Como cidadãos da web, temos a responsabilidade de torná-la um lugar melhor."

O comunicado diz, ainda, que os clientes "não devem se preocupar", já que a medida para evitar a cobrança da taxa é muito... (continua em http://www.jornalfloripa.com.br/tecnologia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=2451 )

Senado aprova projeto que valoriza documentos digitalizados

Em http://www1.folha.uol.com.br/poder/1103803-senado-aprova-projeto-que-valoriza-documentos-digitalizados.shtml

Senado aprova projeto que valoriza documentos digitalizados

12/06/2012 - 19h32

GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

O Senado aprovou nesta terça-feira (12) projeto que concede a documentos digitalizados o mesmo valor jurídico daqueles que são firmados em papel. O projeto, que tramita desde 2007 no Congresso, prevê a equivalência dos documentos desde que o digitalizado mantenha a "integridade e autenticidade" do seu original.

Pelo texto, os documentos originais e digitalizados terão equivalência jurídica "para todos os fins", inclusive para que seja possível destruí-los antes de transcorridos os prazos prescricionais, sem perda de valor de provas.

O projeto segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff. O texto determina que o documento tenha o certificado digital emitido pelo ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras). As empresas que adotarem o mecanismo eletrônico também devem adotar um sistema de indexação que permita... ( continua em http://www1.folha.uol.com.br/poder/1103803-senado-aprova-projeto-que-valoriza-documentos-digitalizados.shtml )

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Banco de dados distribuido: Adabas

Em http://www.devmedia.com.br/banco-de-dados-distribuido-adabas/24580

Banco de dados distribuido: Adabas

Veja neste artigo informações sobre o banco de dados distribuído Adabas.

Um pouco de historia:

  • Primeiro lançamento na década de 70
  • Adabas é um sistema gerenciador de banco de dados produzido pela Software AG
  • Considerado por alguns um dos primeiros SGBD´s comerciais
  • Inicialmente apenas em Mainframes IBM

Informações Técnicas

Adabas é um banco de dados baseado em Listas Invertidas . Ele foi descrito como Não-relacional, mas pode ser comparado como um "Quase Relacional" pelas suas características. Algumas diferenças entre o Adabas e um SGBD tradicional:

  • Arquivos, e não tabelas, como o principais unidades de organização
  • Records, e não células, como menores unidades de organização
  • Campos, e não colunas, como componentes de uma unidade
  • Não baseado no sistema SQL, precisando de um mecanismo de busca externo
  • Dirty Read como modo de operação
  • Suporta "Tabelas Encaixadas"

Suporte a Fragmentação


Processamento Distribuido de Consulta

  • Suporte ao processamento distribuído de consulta: Quando as consultas não são direcionadas para uma determinadapartição, elas são enviadas para todas as partições e o Adabas Vista se encarrega de agrupar os resultados.

Suporte a acesso a dados de SGBD Heterogêneo

  • Através do Adabas 7.1 para mainframes e do Adabas Transaction Manager para mainframes, é possível sincronizar as transações envolvidas em múltiplos sistemas de banco de dados. ATM 1.2 suporta a sincronização entre Adabas e:DB2, IMS e VSAM.
  • O Adabas pode comunicar-se com outros... ( continua em http://www.devmedia.com.br/banco-de-dados-distribuido-adabas/24580 ).

Considerações finais

Ele provou ser muito bem-sucedido em fornecer o acesso eficiente aos dados e em manter a integridade da base de dados. Adabas é agora usado extensamente nas aplicações que requerem um grande volume de processamento de dados, ou com grandes transações de processamento analítico on-line (OLAP ).

Com isso... ( continua em http://www.devmedia.com.br/banco-de-dados-distribuido-adabas/24580 )

A morte do webmaster e do analista de mídias sociais

Em http://mundodomarketing.com.br/artigos/roberto-cassano/23870/matem-o-analista-de-midias-sociais-.html

Matem o Analista de Mídias Sociais!

Postado por Roberto Cassano - 28/05/2012

Em 2008 fizemos uma série de palestras em universidades. O objetivo? Promover as características, exigências e habilidades de uma nova profissão, o Analista de Mídias Sociais. O Analista não foi criação nossa, mas tivemos contribuição no fortalecimento dessa figura. O Analista foi o coração das agências de mídias sociais; foi tema de eventos, congressos, simpósios.

O Analista representou toda uma geração que descobriu ser possível unir lazer e trabalho de uma forma única. O Analista foi a entrada no mercado de trabalho da geração que, aos cinco anos, sabia operar o aparelho de DVD da casa ante o olhar perplexo dos pais.

O Analista é a personificação da indústria de redes sociais. Por isso mesmo, ele precisa morrer. Matar o Analista de Mídias Sociais é um passo importante e necessário para o amadurecimento do mercado. É um rito de passagem fundamental para entrarmos no mundo dos negócios sociais, do Social Business, ou de como você quiser chamar esse cenário que se impõe.

A maturidade dos negócios, das tecnologias e dos profissionais leva a uma exigência cada vez maior. E ninguém pode ser mais exigente do que nós mesmos. Essa exigência passa pelo entendimento do negócio. Temos a nosso dispor as metodologias, ferramentas e recursos para medir os resultados do que fazemos por métricas de negócios. Temos como tratar os indicadores digitais pelo valor que geram, seja intrínseco ou indireto.

Não podemos nos deixar cegar pela paixão aos indicadores técnicos. E nisso começa um dos problemas do analista, que por definição é um apaixonado pelas redes sociais. Apaixonado a ponto de perceber valor em algo que, isoladamente, não vale nada. Um curtir? Uma réplica no Twitter? Uma comunidade no Orkut?

Chega de acreditar – como pensávamos na Bolha da Internet – que estamos construindo um mundo novo, do zero, onde nada das antigas regras se aplicam. Evoluir aceleradamente é diferente de reinventar ou de viver uma revolução. É sábio saber reciclar, aproveitar, reinterpretar ao invés de reescrever a História do zero.

Chega de tentar convencer o cliente do valor de um clique. Vamos conectar os cliques ao que o cliente consegue mensurar em seu Excel ou ERP. Para isso, precisamos que cada um saiba sua responsabilidade.

(...)

Na Agência Frog, optamos por dividir os antigos analistas conforme especialidades e demanda: um grupo de Social Planners, os Planejamentos Sociais; e um grupo de Comunidade e Engajamento, além dos profissionais de Métricas e de Insights e Pesquisa. Isso vale para coordenações e níveis mais avançados.

Com isso, deixamos de ter Analistas de Mídias Sociais. Com isso, reforçamos nosso compromisso em explorar as fronteiras da mídia digital para produzir não fãs, curtidas ou postagens. Mas para produzir resultado, seja ele qual for.

O Analista se juntará ao Webmaster no Museu das Grandes Profissões que se Foram. Lembram do Webmaster? Nos anos 90, era o cara responsável por construir e manter os sites que pipocavam mundo afora. Nos anos seguintes, ele deu origem a uma gama de profissões, como WebDesigners, Arquitetos de Informação, Analistas de Usabilidade, Redatores, Programadores Frontend, Programadores Backend, Diretores de Arte etc etc. E muitas dessas já estão mudando de perfil também.

Por isso, não há motivo para lágrimas. É uma morte pelo bem da ciência. Descanse... ( continua em http://mundodomarketing.com.br/artigos/roberto-cassano/23870/matem-o-analista-de-midias-sociais-.html )

168 vezes mais rápido, 90% mais preciso, 400 vezes mais sensível e 26 mil vezes mais barato

Em http://hypescience.com/estudante-de-15-anos-cria-teste-mais-eficaz-para-diagnosticar-cancer-de-pancreas/

Estudante de 15 anos cria o melhor exame do mundo para diagnosticar câncer de pâncreas

Marque esse nome: Jack Andraka. E pense duas vezes antes de duvidar da capacidade dos mais jovens.

A sugestão é do proeminente patologista Anirban Maitra, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Jack é um garoto de apenas 15 anos que inventou um novo exame para diagnosticar o câncer de pâncreas – 168 vezes mais rápido, 90% mais preciso, 400 vezes mais sensível e 26 mil vezes mais barato que os testes convencionais.

O teste consiste em uma tira de papel que pode detectar o câncer pancreático pela quantidade de uma determinada proteína – a mesotelina – no sangue ou na urina, antes mesmo da doença entrar em um ponto crítico.

(...)

Depois de desenvolver uma ideia principal, Jack enviou 200 e-mails, aproximadamente, para diversos professores da Universidade Johns Hopkins, da Universidade de Maryland e do Instituto Nacional de Saúde, todas instituições nos Estados Unidos, pedindo para que deixassem-no utilizar algum de seus laboratórios, a fim de desenvolver seu teste.

Poucos demostraram interesse. Mas o patologista Anirban Maitra, da Universidade Johns Hopkins, recebeu a mensagem do garoto e ficou... ( continua em http://hypescience.com/estudante-de-15-anos-cria-teste-mais-eficaz-para-diagnosticar-cancer-de-pancreas/ )