quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Realidade Virtual

Em http://soniasalim1.blogspot.com.br/2012/07/realidade-virtual.html

23/07/12

Realidade Virtual



Autor: Hugo Feijó Fº

Amargurado, desligo a chave geral agora 
Sem sistema, trancado no quarto, reflito
Desplugado totalmente do mundo lá fora 
E bem longe de todo e qualquer agito

De nada vai adiantar remoer o passado
Desse modo, preciso entrar logo em ação
Todos vivemos num mundo globalizado
Praticamente impossível ficar sem conexão

Assim do nada, virei um amante high-tech
Nesse romance on-line por meio eletrônico
Navego o dia inteiro conectado à internet 
Para continuar nutrindo esse amor platônico

Apesar da longa distância, o calor é o mesmo
Admiro este meio moderno de comunicação
Arrepio todo quando você me envia um beijo
Refletindo-se na alma, não requer explicação

E nem pensar em perder o seu contato
Ainda meio confuso, venho tentando interagir
Acesso seu 'MSN' para comentar o fato
Vontade de chatear, se a conexão não
... ( continua em http://soniasalim1.blogspot.com.br/2012/07/realidade-virtual.html )

Ciberguerra

Em http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6017638-EI12884,00-Ciberguerra+internet+e+palco+de+novas+ameacas+e+batalhas.html

Ciberguerra: internet é palco de novas ameaças e batalhas
25 de julho de 2012 07h29


O ciberespaço é visto como um quinto domínio onde batalhas podem ocorrer, diz Suffert. Foto: Reprodução / Twitter

"O ciberespaço é visto como um quinto domínio onde batalhas podem ocorrer", diz Suffert
Foto: Reprodução / Twitter

Celso Calheiros

As ameaças de ataques cibernéticos, que podem ser desferidos de diferentes e distantes fronteiras, são um perigo real que já preocupa grandes empresas, instituições militares, usuários e governos. No Brasil, por exemplo, foi criado o Centro de Guerra Cibernética (CDCIBER), sob o comando do Exército. Sua primeira grande missão ocorreu no mês passado, durante o evento Rio+20, destacou o o especialista Sandro Suffert, fundador da Apura CyberSecurity Intelligence, em entrevista ao Terra. "O ciberespaço é hoje visto como um quinto domínio onde batalhas podem ocorrer, além da terra, mar, ar e do espaço", afirmou.

A partir do próximo ano, o Brasil será novamente cenário para grandes acontecimentos, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas do Rio (2016). "Nestas ocasiões, agentes interessados em chamar atenção podem se aproveitar para a divulgação da sua mensagem ou ideologia", antevê Suffert. Um grupo extremista, mesmo do outro lado do planeta, pode mirar no Brasil durante as Olimpíadas, em hipótese, e atrair a cobertura da mídia para sua causa. Isso ocorreu antes, em tempos analógicos, e pode ocorrer novamente, em sua versão cibernética.

A cyberwar (na versão inglesa do termo) começou discreta, desde 2006, em uma iniciativa do governo norte-americano de George Bush. Ganhou ares de conflito ao ser aplicada em alguns embates entre a Rússia e a Estônia (2007) e, depois, Rússia e Georgia (2008). Tomou nova dimensão com a identificação do Stuxnet, um sistema malicioso, inteligente, criado com a sofisticada missão de fazer água no programa iraniano de enriquecimento de urânio, rememorou o especialista. Suffert dedica-se à TI há 20 anos, sendo que há 15 fechou o foco em segurança da informação, resposta a incidentes e computação forense.

A ciberespionagem é tão ativa que faz parte da preocupação de todas as grandes empresas, governamentais, privadas, financeiras ou de outro setor. Essa disseminação de furtos eletrônicos, ataques a ideias alheias e mesmo chantagem teve uma resposta das forças de segurança. A Polícia Federal, contou Suffert, tem agentes preparados, investigadores atentos a esse tipo de delito. "A limitação ocorre, às vezes, na dificuldade que as forças da lei encontram em enquadrar alguns crimes não previstos no código penal", contou. Suffert ofereceu mais... ( mais em http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6017638-EI12884,00-Ciberguerra+internet+e+palco+de+novas+ameacas+e+batalhas.html )

Quando falta liderança sustentável numa empresa

Em http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=513&tipo=G

Sabe quando sei que falta liderança sustentável numa empresa?

Ricardo Voltolini

No final do ano passado, publiquei no Facebook uma série de posts levemente irônicos à qual dei o título de'Sabe quando sei que falta liderança sustentável numa empresa?' À época, como justificativa para as 'pérolas' oferecidas aos fiéis, amigos e seguidores, confidenciei que elas nasceram de observações da minha prática de consultor, e que, até então, as havia compartilhado apenas com alunos de pós-graduação e clientes, no âmbito restrito de aulas, workshops e palestras. Com a proximidade do segundo encontro da Plataforma Liderança Sustentável, em 14 de agosto, muitos são os que têm me indagado sobre as razões pelas quais decidi focar meu trabalho em líderes de empresas.

Costumo responder em duas partes. Na primeira, reforço o óbvio - que empresas têm enorme poder no mundo atual e que, se queremos fazer uma mudança para a sustentabilidade, não podemos ignorá-las. Na segunda, que embora não consigamos definir liderança, sabemos exatamente quais são os problemas originados por sua ausência ou escassez nas empresas. Isso vale - e muito - para a sustentabilidade.

Sei que falta liderança sustentável numa empresa, por exemplo, quando um diretor afirma a uma analista, com ar sério: "Para com esse negócio de sustentabilidade e vamos trabalhar um pouquinho, né?"

Quando o vice-presidente me diz, sem constrangimento, que sustentabilidade é importante, mas as medidas para garanti-la na gestão do negócio podem ficar para o ano que vem, pois a empresa não se encontra preparada para as mudanças necessárias. É certamente o que ele vai dizer no "ano que vem", simplesmente porque não quer aceitar as responsabilidades - e os custos - da transição para um modelo mais sustentável de negócio.

Quando o presidente diz, sem receio de parecer arrogante, que sustentabilidade está no DNA da empresa desde que ela nasceu e que, portanto, ela não precisa fazer mais nada para ser sustentável. Esta é uma das frases que mais me provocam comichão. Pelo que tem de prepotente e ingênua ao mesmo tempo. Estrutura-se na falsa ideia de que um tema contemporâneo -como é a sustentabilidade, valor deste século 21 - já venha sendo praticado pela empresa há 50, 80 ou 100 anos.

Quando quem deveria tomar a decisão de mudança, transfere a responsabilidade a alguém em posição hierárquica inferior, normalmente a menina ou menino "da responsabilidade social", um profissional júnior lotado num departamento meramente funcional, sem qualquer poder, que só vê o presidente uma vez ao ano, na festa de encerramento das atividades do ano. A diferença entre sustentabilidade para valer e sustentabilidade para constar está em quanto o tema encontra-se mais próximo de quem toma decisões. Com os anos de experiência, aprendi a identificar o estágio de sustentabilidade a partir do meu primeiro interlocutor. Mais próximo do poder, mais avançado. Mais longe, menos avançado.

Sei que falta liderança sustentável numa empresa quando o presidente cria um comitê de sustentabilidade e não aparece nem na primeira reunião para deixar claras suas crenças e expectativas. Este tipo de atitude, muito comum, revela dois problemas: (1) sustentabilidade não é um tema suficientemente importante para que eu, líder, invista meu tempo nele; (2) enquanto não tenho tempo para pensar em sustentabilidade, crio uma instância interna para fazer de conta que estamos preocupados com o tema. Uma pena. Comitês de sustentabilidade, quando bem liderados, podem ser extremamente úteis e efetivos. E existem os que são, felizmente.

Quando o presidente da empresa convence o marketing de que está na hora de botar sustentabilidade na imagem, mas se esquece de convencer os colaboradores de que ela deve estar na cultura? Lição aprendida nos últimos anos: primeiro a lição de casa, depois a comunicação. E a comunicação dever ser feita, antes de tudo, para os funcionários, colaboradores e parceiros. Se a empresa não consegue convencer os mais próximos de que se preocupa com a sustentabilidade, como espera persuadir os consumidores e a sociedade? As corporações que pularam essa lição, ainda hoje... ( continua em http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=513&tipo=G )

Regras de fiscalização da contratação de aprendizes são alteradas

Em http://www.contadores.cnt.br/portal/noticia.php?id=26222&Cat=1&Regras%20de%20fiscaliza%C3%A7%C3%A3o%20da%20contrata%C3%A7%C3%A3o%20de%20aprendizes%20s%C3%A3o%20alteradas.html

Regras de fiscalização da contratação de aprendizes são alteradas

A mudança foi instituída pela Instrução Normativa n° 97, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira.

Laura Ignacio

A contratação de aprendizes pode começar a ser mais fiscalizada. O Ministério do Trabalho alterou as diretrizes para a inspeção das condições de trabalho das empresas em relação aos programas de aprendizagem.

A mudança foi instituída pela Instrução Normativa n° 97, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. Ela revogou a Instrução Normativa nº 75, de 2009, que regulamentava isso.

No contrato de aprendizagem, o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico.

Esse contrato deve ser pactuado por escrito e por prazo de até dois anos, exceto quando tratar-se de aprendiz com deficiência. Para a sua validade exige-se: registro e anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social; matrícula e freqüência do aprendiz à escola, caso não tenha concluído o ensino médio; inscrição do aprendiz em programa de aprendizagem, desenvolvido sob a orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica; e o programa de aprendizagem deve ser desenvolvido em conformidade com as diretrizes da Portaria do Ministério nº 723, de 23 de abril de 2012.

A nova portaria estabelece que a falta de cumprimento de qualquer um desses itens e demais normas que regulamentam a aprendizagem descaracteriza o contrato de aprendizagem e faz com que o contrato possa ser considerado nulo pelo fiscal.

Há empresas que, na fiscalização, alegam não haver vagas em cursos técnicos de aprendizagem. Segundo a portaria, o auditor-fiscal do trabalho poderá... ( continua em http://www.contadores.cnt.br/portal/noticia.php?id=26222&Cat=1&Regras%20de%20fiscaliza%C3%A7%C3%A3o%20da%20contrata%C3%A7%C3%A3o%20de%20aprendizes%20s%C3%A3o%20alteradas.html )

Legislação sobre programas de aprendizagem

Em http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=3945

DOU 31/07/2012

Instrução Normativa SIT Nº 97 DE 30/07/2012 (Federal)

Dispõe sobre a fiscalização das condições de trabalho no âmbito dos programas de aprendizagem.

A Secretária de Inspeção do Trabalho, no uso da competência prevista no inciso XIII do art. 14, do Anexo I do Decreto nº 5.063, de 3 de maio de 2004, que aprovou a estrutura regimental do Ministério do Trabalho e Emprego,

 

Resolve:

... ( continua em http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=3945 )

Saiba como hackers roubam informações de cartões de crédito

Em http://www.modulo.com.br/comunidade/noticias/2773--saiba-como-hackers-roubam-informacoes-de-cartoes-de-credito

Saiba como hackers roubam informações de cartões de crédito


31 Jul de 2012 | Terra Tecnologia

Máquinas podem ser alteradas por criminosos de maneira a armazenar dados de cartões de créditos dos clientes.

Falhas de segurança que podem permitir o roubo de informações de cartões de crédito foram identificadas em algumas máquinas de pagamento eletrônico no Reino Unido, o que leva preocupação aos britânicos e deve resultar em uma reprogramação dos dispositivos utilizados em bares e restaurantes, segundo o The Telegraph.

Testes mostraram que as máquinas são vulneráveis a hackers. O código de transação utilizado pôde ser descoberto e, com esse dado, foi possível criar um software malicioso inserido em um cartão falso capaz de reprogramar os terminais. Depois de utilizado, o cartão falso passa a coletar as informações das contas recebidas pela máquina, colocando em risco... ( continua http://www.modulo.com.br/comunidade/noticias/2773--saiba-como-hackers-roubam-informacoes-de-cartoes-de-credito )

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Prepare-se para a era dos Gifs em 3D

Em http://colunas.revistagalileu.globo.com/buzz/2012/08/03/prepare-se-para-a-era-dos-gifs-em-3d/

Prepare-se para a era dos Gifs em 3D

Os gifs, aquelas imagens 'animadas', fizeram um grande sucesso no início da década, no auge do MSN e do Orkut. E, da mesma forma que estes serviços foram perdendo a popularidade, o uso dos gifs foi diminuindo. Até o advento de Tumblrs dedicados a eles, como o Como eu me sinto quando e o What should we call me. O pessoal está usando tantos Gifs que os artistas do Saline Project estão investindo na próxima geração destas imagens – que conta com efeito 3D.

Na série Monsters, Villains, Heroes and Victims, eles usam uma técnica chamada ... ( continua em http://colunas.revistagalileu.globo.com/buzz/2012/08/03/prepare-se-para-a-era-dos-gifs-em-3d/ )

Confira: