quarta-feira, 23 de maio de 2012
A ideia do INT é inserir o experimento nos esportes e estudar a movimentação mais detalhada para buscar a excelência do atleta.
(...)
Lutas em 3D
A tricampeã mundial de jiu-jitsu, Luanna Alzuguir, fez, no palco do evento, a demonstração de como funcionam as tecnologias de captura de movimento e imagem 3D desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Luanna utilizou uma roupa especial com sensores que captam seus movimentos em tempo real e os emitem a um computador. A roupa emite, via telemetria, ondas que reproduzem a imagem do corpo em movimento.
A ideia do INT é inserir o experimento nos esportes e estudar a movimentação mais detalhada para buscar a excelência do atleta.
A curva do movimento, profundidade, espaço, dimensão, perspectiva e a telemetria ajudam como uma sintona fina para esse processo.
'É importante que o Brasil estude mais seus esportes, uma coisa que ainda não ocorre muito. O País vai sediar os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo', afirmou Clara Guimarães, uma das pesquisadoras do projeto. 'Se você grava seus movimentos dessa forma, é possível ver exatamente onde errou e o que precisa melhorar', avaliou a tricampeã Luanna.
A ultilização da tecnologia permitiu a criação de uma animação em 3D com proporções precisas e mobilidade semelhante à real. A imagem foi capturada no scanner 3D a laser.
Na sequência, a lutadora vestiu um aparato com sensores, que, em conjunto com uma câmera, capturarem seus movimentos. A combinação permitiu à equipe criar uma avatar de Luanna... (mais em http://www.rac.com.br/noticias/projetos-rac/correio-escola/129833/2012/05/22/virada-digital-propoe-imersao-na-cibercultura.html )
Usuários que cometerem crimes com perfis falsos podem receber pena de seis meses a dois anos de prisão
Aumento da pena para crime virtual é aprovado
Usuários que cometerem crimes com perfis falsos podem receber pena de seis meses a dois anos de prisão
Usuários da internet que usarem perfis falsos em redes sociais ou correspondências eletrônicas (e-mails), por exemplo, poderão ser enquadrados como crimes de informática passível de seis meses a dois anos de pena de prisão.
A pena integra o elenco de propostas de aperfeiçoamento do Código de Processo Penal, sob a análise de juristas nomeados pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O resultado desse trabalho será encaminhado para a análise dos parlamentares na forma de um anteprojeto de lei ainda neste semestre. A proposta, aprovada em reunião da comissão de juristas, nesta segunda-feira, prevê o aumento de um terço da pena se, pela internet, o perfil falso causar prejuízos a terceiros.
O relator da comissão, procurador Luiz Carlos Gonçalves, acrescentou que os hackers, especialistas em informática capazes de modificar programas e redes de computadores, merecerão um capítulo à parte no anteprojeto.
Recentemente, a atriz Carolina Dickman teve fotos íntimas veiculadas em páginas da internet. Casos como esse terão pena de dois anos de prisão acrescido em um terço pela utilização da rede mundial de computadores. Os juristas ainda analisam a penalização de crimes mais graves, como o acesso indevido de dados comerciais protegidos.
Processos judiciais
Os juristas também aumentaram penas para qualquer pessoa que, de posse de informações de processos judiciais que correm em segredo de Justiça, sejam divulgados à imprensa. A quebra do segredo de Justiça – como sigilos fiscal, telefônico e bancário – pode passar de dois a quatro anos de prisão para dois a cinco anos de... ( mais em http://www.band.com.br/noticias/tecnologia/noticia/?id=100000505088 )
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Selo de autenticidade para currículos.
Veja mentiras comuns em currículos e como elas são descobertas
| Candidatos costumam mentir sobre formação, cursos e experiência. Especialistas dizem que existem métodos para descobrir falsas informações. | |
| | |
| Publicado Sexta-Feira, 18 de Maio de 2012, às 13:52 | Do G1 |
Informações falsas ou exageradas nos currículos são prejudiciais tanto para o candidato, que acaba sendo desmascarado e eliminado da seleção, como para as empresas, pois tornam os processos seletivos mais demorados e mais caros.
O hábito de maquiar qualificações para conseguir uma colocação no mercado de trabalho pode custar até mesmo cargos de alto escalão, como ocorreu no grupo americano Yahoo. No último domingo (13), a empresa comunicou a saída do diretor geral Scott Thompson, após ele ter sido acusado por um dos principais acionistas do grupo de ter incluindo entre as informações um falso diploma em ciências da computação
"Já aconteceu de buscarmos um profissional com inglês fluente e na hora que ele precisou fazer uma entrevista no idioma por telefone com alguém da matriz da empresa não conseguiu se comunicar minimamente. Isso é constrangedor tanto para o entrevistador quanto para o próprio candidato", afirma Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com e autor do livro "A estratégia do olho de tigre".
Segundo ele, mentir pode trazer problemas graves para o entrevistado. "Em alguns casos um recrutador pode aprovar um candidato que não tenha todas as qualificações exigidas para a vaga com a ideia de que ele possa desenvolver tal habilidade. Porém, se descobrir uma mentira, esse candidato será não só eliminado do processo seletivo em questão, mas de qualquer outro processo daquela empresa", explica.
De acordo com pesquisa realizada pela Trabalhando.com, as mentiras que os candidatos mais contam se referem aos seguintes assuntos, em ordem decrescente de importância: formação acadêmica, fluência em idioma estrangeiro, falsa experiência na área em que deseja atuar, acréscimo de atribuições no cargo anterior, últimos cargos supervalorizados, salário anterior, maior tempo de permanência na antiga empresa, curso de informática, participação inexistente em trabalhos voluntários, garantia de mobilidade e flexibilidade, estado civil e idade.
Outra pesquisa, realizada pela empresa de recrutamento especializado Robert Half, revela que para 42% dos executivos responsáveis por recrutamentos, os candidatos exageram nas informações do currículo. As experiências profissionais atuais e anteriores apresentam o maior índice de exagero nas informações (48%).
Os outros pontos nos quais os candidatos mais exageram são o conhecimento de línguas (46%) e as razões de deixar o trabalho atual/antigo (42%). Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que o primeiro ponto de atenção dos executivos ao receber um currículo recai sobre a experiência profissional (36%), seguido das qualificações profissionais (29%).
Selo de autenticidade
De olho no "mercado de informações falsas em currículos", uma empresa criou um selo de autenticidade. A empresa de recursos humanos Currículo Autêntico, especializada em auditorias de títulos e competências de currículos, utiliza uma ferramenta de apuração para verificar se as informações fornecidas são verdadeiras. Por enquanto, o serviço é oferecido apenas a candidatos interessados em obter o selo de autenticidade para seus currículos.
Eles se cadastram no site, submetem o currículo ao processo de auditoria, disponibilizam os documentos que comprovam os títulos, indicam os nomes e telefones que chancelam as competências. Mas o serviço é pago: R$ 99 pela autenticação, válida por um ano. Por cada atualização durante este ano, o candidato paga R$ 12,90. Os sociofundadores são filiados à Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional do Rio de Janeiro.
"De cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações supervalorizadas e outros dois têm dados falsos. Se um currículo é autêntico tem prioridade e economiza tempo e dinheiro às empresas", diz o sociofundador Leonardo Rebitte. A empresa pretende futuramente oferecer o serviço para as empresas, auditando os currículos recebidos.
| Veja o ranking das mentiras mais comuns e como elas podem ser desmascaradas |
|---|
| 1 - Idiomas |
| 2- Cursos |
| 3- Formação |
| Fonte: Currículo Autêntico |
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Quanto tempo permanecerão os hieróglifos de Steve Jobs?
Quanto tempo permanecerão os hieróglifos de Steve Jobs?
Reflexões entre múmias e estátuas de um museu egípcio
ELIANE BRUM
No sábado, eu caminhava embasbacada pelo Museu Egípcio de Turim, entre sarcófagos, múmias e estátuas milenares. Estava na cidade para um debate sobre a edição italiana do "Dignidade", obra que marca os 40 anos da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras, e escapei do Salão Internacional do Livro para dar uma espiada no museu. O prédio abriga uma das maiores coleções de arte egípcia do mundo e é difícil não se emocionar diante de algumas peças que nos contêm antes mesmo de existirmos. Mas, diante dos hieróglifos, alguns gravados mais de 3 mil anos antes de Cristo, fiquei pensando se algo de nós sobreviverá tanto quanto aquelas pedras onde a história foi inscrita para permanecer.
Em nenhum ponto da aventura humana nos contamos tanto quanto hoje. Cada um de nós pode escrever sobre si mesmo dezenas de tuites em um só dia ou postar no Facebook cada um de seus desejos ou percalços. Somos milhões registrando, dia após dia, nossa trajetória individual. E, ao contrário dos egípcios da Antiguidade, desta vez não é apenas a história dos faraós que é contada, mas a do homem e da mulher comum, a minha e a sua.
A tragédia, porém, é a mesma. Quando olho para a arte, de qualquer período, me emociona o gênio humano que transcendeu a miséria cotidiana para criar algo além. Por outro lado, enxergo nela a solidão abissal diante da finitude da vida, seja em uma estátua de Osíris ou em uma pintura de Picasso, em um romance de Tolstói ou em uma sinfonia de Beethoven. De certo modo, toda arte é um monumento ao nosso desespero diante da morte. Como se tudo o que foi criado até hoje documentasse, no fundo, sempre o mesmo desejo impossível de permanência. E como se todo museu ou biblioteca fosse, na verdade, uma prova pungente e grandiosa de nosso fracasso.
Quando nos contamos nas redes sociais, nos detalhes mais mínimos, somos movidos por esse mesmo anseio. Primeiro, que nos reconheçam. Segundo, que nos amem, o que supostamente seria dado pelo número de seguidores no Twitter ou de amigos no Facebook. Ou que ao menos nos achem importantes o suficiente para nos odiarem. Há quem fique irritado com aqueles que anunciam ao mundo que vão lavar o cabelo ou que estão com sono ou que sentem fome. Eu, às vezes, me enterneço. Parece tão espantosamente banal, mas naquele tuite prosaico berra o medo da morte. Ela avisa que precisa lavar o cabelo, mas, de fato, está pedindo um olhar que lhe garanta a existência. E se alguém responde ou comenta, ainda que seja para xingar, está salva por um momento.
A internet nos deu essa chance, a de nos contarmos todos. Como se os escravos que ergueram as pirâmides e os escribas que registraram a vida dos faraós, assim como as transações comerciais e as leis do Egito Antigo, tivessem sido autorizados a documentar também suas tristezas e suas epifanias, assim como seus nadas. Mas, é irônico. Porque nós, os humanos pós-internet, não nos narramos em pedras, nem em papiros, nem em papel. Contamo-nos em lugar nenhum.
Tudo é memória – e, ao mesmo tempo, nada é ou está. O registro de nossa passagem pelo mundo é guardado na nuvem, essa figura enigmática que ninguém consegue apalpar com as... ( mais em http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/05/quanto-tempo-permanecerao-os-hieroglifos-de-steve-jobs.html )
Equipe da UPE desenvolve robôs voadores para monitoramento
Equipe da UPE desenvolve robôs voadores para monitoramento
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
16/05/2012 | 14h31 | Segurança
Vinte alunos e sete professores da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco estão mobilizados no desenvolvimento de um sistema de monitoramento por câmeras controladas por drones (robôs voadores). O projeto completa um ano neste mês e deve ser finalizado em 18 meses. A ideia do grupo - formado em sua maioria por docentes e alunos da graduação e do mestrado em engenharia da computação - é que as máquinas funcionem como um enxame, com inteligência artificial e capacidade de reconhecimento de alvos. Enquanto vai aperfeiçoando as tecnologias necessárias, a equipe está usando um protótipo chamado de quadricóptero, com menos robustez, mas adequado para a realização de alguns experimentos.
De acordo com o professor Carmelo Bastos, o enxame de robôs poderá desenvolver tarefas complexas, como vigiar a fronteira de um país ou - em um contexto mais local - auxiliar na segurança de grandes eventos, como o Galo da Madrugada. Os aparelhos funcionam como aeromodelos. A diferença é que serão dotados de micro-câmeras, sensores de proximidade e possuirão comunicação entre si através de ondas de rádio. "Após vários estudos, conseguimos desenvolver um programa capaz de simular os movimentos dos alvos e drones", explica.
A aparência similar a de um brinquedo infantil engana. Dentro do quadricóptero estão algoritmos complexos: números e fórmulas matemáticas contruídas a partir do zero pelo grupo. Através de técnicas avançadas, o dispositivo integra um sistema anticolisão e também consegue corrigir a rota em caso de desvios provocados por chuva ou ventos. "Escolhemos a plataforma de um drone porque é legal e divertido fazer qualquer coisa voar. Apesar de termos aplicações práticas para comercialização, o mais importante é aprimorar essas tecnologias, que podem ser levadas para outras máquinas. O grande trunfo é fazer com que robôs interajam entre si possam tomar decisões inteligentes sem que uma pessoa precise acioná-los o tempo todo", observa o professor Marcilio Feitosa, ( mais em http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120516143155&assunto=196&onde=Tecnologia )sexta-feira, 11 de maio de 2012
Bactéria que come ferro ajudará a construir HDs do futuro
Bactéria que come ferro ajudará a construir HDs do futuro
Na construção de HDs, uma das coisas que se busca é a maior densidade possível de informação por centímetro quadrado, o que significa que é preciso construir magnetos cada vez menores na superfície dos mesmos. Este processo usa máquinas grandes e desajeitadas, e está chegando no seu limite – apesar de avanços recentes permitirem colocar mais bits em uma polegada quadrada do que o número de estrelas da Via Láctea.
Examinando a natureza, em busca de inspiração, os pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, liderados pela Dra. Sarah Saniland, encontraram uma bactéria, a Magnetospirilllum magneticum, que vive em pântanos pobres de oxigênio, e usa pequenos cristais de magnetita para se orientar na água, viajando conforme as linhas de campo magnético terrestres. Só que os cristais de magnetita crescem dentro da bactéria; ela ingere ferro e uma proteína dentro dela é responsável por criar os cristais do mais forte mineral magnético conhecido.
Depois de conhecer a forma que a bactéria coleta o ferro e forma os cristais no seu interior, os pesquisadores criaram um processo para fazer a mesma coisa fora da bactéria, fazendo "crescer" magnetos, que no futuro poderão ser usados para criar discos rígidos (se eles não forem totalmente substituídos por memórias de estado sólido, popularmente conhecidas como "memórias flash"). Este processo é diferente da ideia dos chineses, (... mais em http://hypescience.com/bacteria-que-come-ferro-ajudara-a-construir-hds-do-futuro/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29 )
Segundo Tanaka, as propriedades elétricas destes fios podem ser controladas, e eles podem transferir informações entre diferentes conjuntos de células em um biocomputador, já que são biocompatíveis. A biocompatibilidade permite que eles também sejam usados em cirurgias, por exemplo.
O objetivo dos dois grupos é examinar os processos biológicos para criar um kit de proteínas e produtos químicos que possa ser utilizado para fazer "crescer" componentes de computadores.[BBC, BBC, NaturLink, Univ. de Leeds]



