Porto Alegre terá primeiro hospital veterinário público do país
03/09/2012 09:44:00
Foto: Ricardo Giusti/PMPAÁrea com bloco cirúrgico e pós-operatório terá em torno de 600m²
Área com bloco cirúrgico e pós-operatório terá em torno de 600m²
Publicado em 28/08/2012
Em entrevista à TV Classe Contábil, o Coordenador de Relações Internacionais do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, Nelson Carvalho, fala sobre a necessidade de educação e atualização por parte dos profissionais da contabilidade.
A ideia de que a nova CEO do Yahoo, Marissa Mayer, quer que todos os funcionários se tornem usuários do iPhone criou um grande burburinho esta semana. De acordo com o Business Insider, duas fontes afirmam que ela está considerando a mudança. O All Things D confirmou a história, com a ressalva de que aparelhos Android também poderão ser uma opção para os funcionários do Yahoo.
A mudança pode ter várias motivações, incluindo a elevação de moral, substituindo os modelos BlackBerry da empresa por dispositivos móveis mais modernos e progressistas, e até mesmo a padronização de uma série de aparelhos. Mas ainda mais interessante do que suas motivações é o fato de a CEO estar contrariando a tendência do "traga seu próprio dispositivo", BYOD na sigla em inglês.
A entusiasmada inclusão do BYOD em empresas dos mais variados portes e ramos de atividade começou a fazê-lo parecer inevitável na vida dos negócios do século 21, e um enorme desafio para a TI corporativa. Ao contrariar essa tendência, a CEO do Yahoo pode estar promovendo uma estratégia móvel alternativa para o BYOD: um modelo conhecido como COPE (sigla em inglês para "de propriedade da empresa, pessoalmente habilitado"), aprovado pelo Fórum de Mobilidade Empresarial.
O modelo COPE não pretende voltar aos dias anteriores à tão propalada "consumerização de TI". Seu objetivo é fornecer muitas das vantagens da consumerização que o BYOD traz. A diferença é que o COPE objetiva tornar a mobilidade consumerizada mais segura e gerenciável, incentivando os usuários a selecionarem as ferramentas que funcionam melhor para... (continua em http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2012/08/24/marissa-mayer-contraria-o-byod-e-prega-o-cope-como-modelo/ )Equipamentos flutuantes de coleta de dados entram em operação ainda neste ano
EVANILDO DA SILVEIRA | Edição 198 - Agosto de 2012
O desenvolvimento de duas boias para monitoramento meteorológico e das condições do mar vai permitir que o Brasil tenha tecnologia necessária para estudos e operações oceanográficas em águas profundas. Os equipamentos serão pela primeira vez fabricados no país. Os dois projetos são da empresa Ambidados – Soluções em Monitoramento Ambiental, do Rio de Janeiro, um em parceria com a universidade federal daquele estado (UFRJ), com financiamento da Petrobras, e outro com a Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP. O lançamento da boia da USP ao mar será uma das primeiras missões, ainda neste ano, do recém-adquirido navio oceanográfico Alpha Crucis.
Uma das sócias da Ambidados, Wilsa Atella, explica que essas boias oceanográficas vão servir para a aquisição de dados meteorológicos importantes e o monitoramento do ambiente marinho em alto-mar. Elas são equipadas com sensores que medem, por exemplo, a velocidade dos ventos, quantidade de chuvas, umidade relativa do ar, radiação solar, pressão atmosférica, concentração de dióxido de carbono (CO2), temperatura do ar e da água do mar, salinidade, correntes e ondas. Para isso, ficam fundeadas num ponto específico do oceano, de onde enviam as informações coletadas para um satélite, que as retransmite para um sistema computacional e consequentemente coloca os dados na internet. "Os clientes que usam essas informações são portos, empresas offshore [alto-mar] e pesquisadores em projetos científicos", diz Wilsa.
Plataformas de petróleo
De formato cilíndrico, com 2,5 metros de diâmetro, 1,20 metro de altura e 400 quilos, a boia meteoceanográfica (BMO) começou a ser desenvolvida em 2010 a pedido do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras. "Essa boia é importante no monitoramento meteoceanográfico das regiões oceânicas em águas profundas, para onde estão se deslocando as plataformas de exploração de petróleo da Petrobras e outras empresas", diz Wilsa. Ela informa que serão fabricadas inicialmente duas BMO. Uma já foi entregue à Petrobras e deverá ser levada ao mar ainda neste ano, e a outra ficará pronta em setembro.
A outra boia em processo de finalização pela Ambidados, chamada Atlas-B, está sendo desenvolvida pela empresa em parceria com o Instituto Oceanográfico (IO) da USP. Segundo o professor Edmo Campos, do Departamento de Oceanografia Física, Química e Geológica do IO, a ideia de desenvolvê-la surgiu em 2004, depois que o sul do país foi atingido pelo furacão Catarina, em março daquele ano. O evento deixou claro que a meteorologia brasileira não estava preparada para prever esse tipo de fenômeno, que requer conhecimento tanto das condições do mar onde o furacão se forma como da temperatura média de uma camada de água de 100 a 200 metros.
© AMBIDADOS

Na UFRJ, boia produzida para a Petrobras
Segundo Campos, o desenvolvimento da Atlas-B tem dois objetivos principais. O primeiro deles é meteorológico, ou seja, melhorar a previsão do tempo e conhecer as condições do mar nas regiões próximas onde a boia ficará fundeada. O segundo é estabelecer uma série temporal dessas previsões, para acompanhamento de possíveis mudanças climáticas. "É um projeto pioneiro no Brasil", assegura o pesquisador da USP. "Nosso país sempre se destacou na oceanografia costeira. Agora construímos um sistema de monitoramento das condições oceânicas e atmosféricas em regiões de águas profundas. Além disso, pela primeira vez estamos fazendo o processo completo, projetando, construindo, lançando e mantendo a boia."
A intenção inicial era comprar boias Atlas, as mesmas que são usadas no Projeto Pirata, um programa de monitoramento das águas do oceano Atlântico tropical, entre a América e a África, da latitude 20º Sul (mais ou menos na altura de Vitória, no Espírito Santo) até a latitude 20º Norte (na região do Caribe), desenvolvido em conjunto pelos Estados Unidos, Brasil e França. Nesse espaço existem 16 boias fabricadas pelos norte-americanos para a National Oceanic & Atmospheric Administration (Noaa) ou Administração Oceânica e Atmosférica Nacional. "Em vez de nos vender as boias, os americanos sugeriram que fabricássemos outras iguais à Atlas", conta Campos. "Eles nos repassaram a tecnologia para fazer cópias delas. Por isso é que chamamos as que estamos fabricando de... (continua em http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/10/boias-ao-mar/ )Gláucia Civa // terça-feira, 25/09/2012 10:16
O governador do Paraná, Beto Richa, sancionou nesta segunda-feira, 24, a Lei de Inovação no estado, que era o único das regiões Sul e Sudeste que ainda não havia aderido à lei.
Paralelamente à sanção, o governo já anunciou dois editais ligados à lei.
Um deles, para o Programa de Bolsas de Pós-Doutorado em Empresas, que prevê investimento de R$ 2,9 milhões, financiados pela Coordenação de Aperfeiçoamento e Pessoal de Nível Superior (Capes) e pela Fundação Araucária, para incentivar a concessão das bolsas pelas companhias.
O valor de cada bolsa será de... ( continua em http://www.baguete.com.br/noticias/25/09/2012/pr-lei-de-inovacao-e-bolsas-de-pos-doutorado )
Conheça abaixo cada um dos 8 Ps do Marketing Digital:
Pesquisa sobre os hábitos do usuário, para traçar um perfil preciso do público-alvo.
A criação do planejamento de marketing digital ideal para sua empresa.
A transformação do que antes era uma ideia, em uma máquina de vendas.
Com conteúdo persuasivo e interessante ao usuário, além de seguir diretrizes de SEO.
Campanhas promocionais no ambiente online, gerando resultados a curto prazo.
Divulgação em redes sociais, aumentando o tráfego e a presença da marca na web.
Estratégias de marketing de relacionamento via web, fidelizando mais clientes.
Mensuração do tráfego e metas atingidas no seu site; exibindo os resultados alcançados... ( continua em http://www.publiweb.com.br/metodologia-8-ps/ )
Numa temporada atípica, Porto Alegre receberá mais de 20 shows internacionais, com artistas de diferentes status e em momentos distintos de suas carreiras. O que poderia ser uma ótima notícia acaba se transformando em desafio para o fã de música que não quer deixar de ver nenhum dos seus ídolos e, ao mesmo tempo, não ficar no vermelho.
Para auxiliar a difícil tarefa de preterir um espetáculo em detrimento de outro, o Segundo Caderno elaborou um roteiro com os principais artistas que desembarcam na Capital, agrupados por perfil e com seus respectivos preços de ingressos. Confira quais opções se encaixam melhor no seu gosto - e no seu bolso.
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