terça-feira, 14 de agosto de 2012

Revista Forbes diz que brasileiros se deixam enganar ao pagar caro por carro

Em http://poncheverde.blogspot.com.br/2012/08/revista-forbes-diz-que-brasileiros-se.html

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Revista Forbes diz que brasileiros se deixam enganar ao pagar caro por carro

"Desculpem, Brazukas… Não há status em um Toyota Corolla, Honda Civic, Jeep Grand or Dodge Durango. Não se deixe enganar pagando o preço de tabela. Definitivamente, você está sendo enganado". Nesse tom jocoso e irônico, o jornalista Kenneth Rapoza, da revista Forbes, conta aos leitores do seu blog o que ele pensa dos altos preços de carros no Brasil. A tese dele é de que os impostos altos e a ingenuidade dos consumidores, que aceitam pagar caro por acreditar que os veículos são sinal de status social, explicam por que os automóveis chegam a custar três vezes mais no País do que nos Estados Unidos. "Alguém pode achar que se um Jeep Grand Cherokee custa US$ 80 mil significa que ele vem equipado com asas e com rodas banhadas a ouro. Mas, no Brasil, ele vem na versão básica", afirma o jornalista. O veículo citado custa, na verdade, ainda mais no mercado brasileiro: US$ 89,5 mil. Já nos Estados Unidos sai por US$ 28 mil. Rapoza lembra que, além de pagar mais, os brasileiros ganham menos. No caso do carro mencionado, o preço nos Estados Unidos equivale a metade da renda anual média dos americanos. Já o valor cobrado no Brasil corresponde a mais do que o salário de um ano de um morador do País. Curioso é que Rapoza sugere a leitura de um artigo do site Notícias Automotivas que defende uma tese bem diferente da dele. O texto do portal brasileiro enfatiza o lucro das montadoras, não os impostos, como uma razão do preço alto do carro. O que acontece, conforme escrevi em outra oportunidade, é que tanto o "custo Brasil" (no qual se incluem os impostos) como o "lucro Brasil" explicam... ( continua em http://poncheverde.blogspot.com.br/2012/08/revista-forbes-diz-que-brasileiros-se.html )

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Senado aprova nova tributação para comércio eletrônico

Em http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2012/07/04/noticiaseconomiaae,2871998/senado-aprova-nova-tributacao-para-comercio-eletronico.shtml

04/07/2012 - 18h45

Senado aprova nova tributação para comércio eletrônico

Após três meses de negociações, o Senado aprovou em plenário nesta noite de quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de tributação do ICMS para o comércio eletrônico no País. O texto final ficou mais abrangente do que a proposta original: as mudanças do e-commerce vão valer também para toda forma de comércio não presencial, como vendas por telefone e catálogos.

Nos dois turnos de votação, não houve um voto contrário sequer. No primeiro turno, 60 senadores foram favoráveis. Na votação do segundo turno, 55. A matéria seguirá para apreciação pela Câmara dos Deputados. Na prática, a proposta faz com que os Estados de destino fiquem com a maior parte do ICMS dessas transações comerciais. Atualmente, no comércio eletrônico, todo o imposto é recolhido pelo Estado de origem. Os senadores da bancada de São Paulo, Estado que mais perde com as alterações, concordaram com as mudanças após cederem ao longo das negociações.

A PEC era uma das contrapartidas do governo Dilma Rousseff para mudar o indexador de correção das dívidas dos Estados com a União em abril. Mas, diante da falta de consenso entre o Executivo e os governadores, o debate sobre o indexador não foi levado adiante e está parado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Os senadores decidiram apoiar o parecer do líder do PMDB e relator da PEC, Renan Calheiros (AL). O peemedebista acolheu emendas apresentadas pelos senadores Cyro Miranda (PSDB-GO), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Lídice da Mata (PSB-BA) que aumentaram as possibilidades do comércio não presencial e incluíram as expressões "pessoas físicas" e "pessoas jurídicas" de forma a garantir que não haja diferença de tributação entre ambas.

O texto final de Renan também incorporou uma mudança sobre a forma de recolhimento do imposto, que é sempre a diferença da alíquota do ICMS interno e o interestadual. O recolhimento caberá ao Estado destinatário quando este for o contribuinte do imposto. Ficará a cargo do Estado remetente, quando o destinatário não for o responsável pelo... ( continua em http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2012/07/04/noticiaseconomiaae,2871998/senado-aprova-nova-tributacao-para-comercio-eletronico.shtml )

Elementos que formam uma marca

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Elementos que formam uma marca

Nome, logotipo, símbolo e mascote são alguns exemplos. Veja o que cada um significa e sua importância para o todo

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.

Nome

Você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhares. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, ser bonito de ver, de escrever, de digitar e gostoso de pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs, uma marca de sorvetes de Nova York e que não significa nada. Já BlackBerry quer dizer amora em inglês e não tem nada a ver com celular, mas é gostoso de falar, ouvir e ler.


Logotipo

É a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer à essência de sua marca, ou seja, uma fonte mais chapada como Brastemp ou uma fonte e variações de cores que a Google usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da Coca-Cola. O fato é: dependendo da tipologia adotada, a percepção da marca pelo consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Vale a pena perder um pouco de tempo com isso.

Símbolo, Mascote, Embalagem, Registro e Brand equity (valor de marca) em http://pimenttadoreino.blogspot.com.br/2012/07/elementos-que-formam-uma-marca.html?spref=tw )

O processo de Ensino e Aprendizagem

Em http://www.comportese.com/2012/03/o-processo-de-ensino-e-aprendizagem.html

O processo de Ensino e Aprendizagem



As teorias da aprendizagem estão longe de chegar a um consenso. À primeira vista, a definição do que é ensino e aprendizagem parece ser simples, mas existem profundas diferenças entre epistemologias das abordagens da psicologia e da pedagogia. Desde o século XIX suas definições tem sofrido muitas alterações e de fato, tem se dado ênfase as teorias baseadas em evidencias como o Behaviorismo seguido pelo Construtivismo e o Cognitivismo.

A luz do Behaviorismo Radical podemos dizer que todos os fenômenos humanos podem e devem ser entendidos como comportamentos, portanto, processos de ensino e aprendizagem também devem ser vistos como uma série de comportamentos que entrelaçados, geram uma conseqüência especifica que pode ser compreendida como a modelagem de novos repertórios comportamentais pelo educador em direção ao aluno que o absorve em forma de aprendizagem.

Dentro da psicologia de forma geral, existem diversas teorias e formas de se entender o processo de ensino e aprendizagem. Basicamente as explicações se devem mais a epistemologia da escola psicológica que a quer definir do que a leis gerais e amplas de entendimento aceitas por uma classe de profissionais, seja da psicologia, seja da pedagogia. Skinner define aprendizagem em seu artigo Are the Theories of Learning Necessary? (1950) como uma mudança na probabilidade de uma resposta especifica.

Diferentemente de algumas escolas da psicologia, Skinner não apenas considera o aparelho biológico do estudante, mas também considera que alem do aparato biológico (Variável Filogenética), existe um ambiente externo ao organismo que em determinadas condições, sejam elas planejadas ou não, ajudam ou atrapalham na instalação de novos repertórios e mudança nas taxas de resposta emitidas ( Variável Ontogenética e Variável Cultural ). Skinner então chamou a interação entre a variável filogenética, ontogenética e cultural de Níveis de Seleção do Comportamento.

A noção de interação constante entre organismo e ambiente está presente na obra de Skinner fazendo com que a sua teoria de aprendizagem se torne essencialmente interacionista e não ambientalista, e derruba criticas que apenas é baseada em eventos observáveis e com a noção de homem que apenas responde passivamente a estímulos como erroneamente tem se pregado em clara confusão entre a Teoria Behaviorista Metodológica de J. B. Watson (1878-1958) e o Behaviorismo Radical de B. F. Skinner (1904-1990).
A abordagem Skineriana como citado por HUBNER (1998) defende a escola como instituição facilitadora do ensino, pois para existir comportamento é necessário uma interação entre organismo e ambiente e dessa interação certos repertórios vão ser selecionados pelas suas conseqüências.

Para que haja uma maior eficiência na transmissão de repertórios comportamentais, a escola pode fazer a modelagem dos mesmos sem que seja essencialmente necessária a seleção por conseqüências, tornando o ensino mais rápido e efetivo.

O ensino é importante do ponto de vista cultural, pois o educador passa o conhecimento que já aprendeu e que foi passado de individuo para individuo historicamente de alguém que em algum momento não foi ensinado, portanto não precisando mais sofrer as limitações e dificuldades enfrentadas pelo primeiro organismo a ter seu repertório selecionado.

O processo de transmissão de conhecimento já não depende mais da tentativa e erro e da seleção por conseqüências, potencializando, portanto a instalação de repertórios comportamentais. Skinner diz que ensinar é o ato de facilitar a aprendizagem, no sentido de que quem é ensinado aprende mais rapidamente do que quem não é (1972, p. 4).

Segundo HÜBNER, (1998) as contingências predominantes nas escolas, de acordo com a perspectiva comportamental (ou behaviorista) vêm afastando o aluno da sala de aula, no sentido de punir muito mais do que reforçar positivamente o que o aluno faz na direção do... ( continua em http://www.comportese.com/2012/03/o-processo-de-ensino-e-aprendizagem.html )

Rio apresenta apps para serviço público

Em http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/rio-apresenta-apps-para-servico-publico-20072012-3.shl

Rio apresenta apps para serviço público

• Sexta-feira, 20 de julho de 2012 - 08h33

São Paulo - Localizar via GPS a unidade de saúde com atendimento especializado, encontrar o ônibus ou um banheiro público. O desenvolvimento de aplicativos para celulares voltados para melhorias do serviços públicos foi alvo do concurso RioApps, que premiou na última semana ferramentas inovadoras de acesso e interação com serviços públicos no Rio.

Temas como unidades de saúde, transporte público, orçamento e gestão ganharam aplicativos que orientam os cidadãos e permitem avaliações de todos os usuários dos serviços.




Ao todo, foram 2 mil ideias de aplicativos relacionadas a demandas e problemas da cidade. A partir daí, os desenvolvedores criaram ferramentas interativas em que os usuários podem opinar sobre a qualidade do atendimento e melhorias nos serviços. Doze projetos foram premiados, dos quais oito funcionam em modo experimental e podem ser baixados na internet.



Os aplicativos vencedores destacaram serviços como a identificação de especialidades médicas nas unidades de atendimento, sugestão de prioridades de investimentos da prefeitura, acesso aos transportes públicos, classificados de comunidades pacificadas e fiscalização de obras.

Vencedor do concurso, André Ikeda, de 25 anos, criou um aplicativo que informa aos passageiros de ônibus o local e a quantidade de lugares disponíveis nas linhas a partir das mensagens publicadas pelos usuários. Assim como ele, outras três milhões de pessoas utilizam os serviços de ônibus diariamente no ... ( continua em http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/rio-apresenta-apps-para-servico-publico-20072012-3.shl )

Uso de uniforme com propaganda sem autorização do empregado fere direito à imagem

Em http://www.contadores.cnt.br/portal/noticia.php?id=26134&Cat=1&Uso%20de%20uniforme%20com%20propaganda%20sem%20autoriza%C3%A7%C3%A3o%20do%20empregado%20fere%20direito%20%C3%A0%20imagem.html

24/07/2012

Uso de uniforme com propaganda sem autorização do empregado fere direito à imagem

O próprio preposto admitiu o uso do uniforme com logomarcas dos produtos comercializados.

O uso de uniforme pelo empregado, contendo logomarca de outras empresas, sem a sua autorização ou compensação financeira, caracteriza violação ao direito de imagem do trabalhador e enseja indenização por danos morais. Assim se manifestou a 7ª Turma do TRT-MG, ao julgar favoravelmente o recurso de um empregado que pediu reparação por ter sempre trabalhado vestindo camisas com propaganda de grandes marcas de produtos eletrônicos, sem receber nada pela publicidade.

O juiz de 1º Grau indeferiu o requerimento do trabalhador por entender que ele também se beneficiava do uso das camisas com propaganda, já que isso incrementava as vendas e, como ele recebia comissões, tinha os seus ganhos aumentados. Mas o desembargador Marcelo Lamego Pertence não concordou com esse posicionamento. Para o relator, não há dúvida da ocorrência de exploração indevida e sem autorização da imagem do reclamante. O próprio preposto admitiu o uso do uniforme com logomarcas dos produtos comercializados. Por outro lado, a empregadora não comprovou o pagamento pela publicidade, nem mesmo... ( continua em http://www.contadores.cnt.br/portal/noticia.php?id=26134&Cat=1&Uso%20de%20uniforme%20com%20propaganda%20sem%20autoriza%C3%A7%C3%A3o%20do%20empregado%20fere%20direito%20%C3%A0%20imagem.html )

Estudo conclui que é mais fácil dizer “não” ao cigarro e à bebida do que ao Twitter

Em http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2012/07/03/estudo-conclui-que-e-mais-facil-dizer-nao-ao-cigarro-e-a-bebida-do-que-ao-twitter/

03/07/2012 - 10:34

Estudo conclui que é mais fácil dizer "não" ao cigarro e à bebida do que ao Twitter



Pergunta rápida: é mais difícil resistir a um cigarro, a um copo de cerveja gelado ou ao o Twitter? Para pesquisadores da Universidade de Chicago, a terceira opção é a resposta. É verdade. De acordo com um estudo feito pela universidade com voluntários na Alemanha, o impulso de fazer um comentário no Twitter é mais difícil de ser controlado do que a vontade de beber e fumar.

Segundo os pesquisadores americanos, existem casos de pessoas que sentem vontade de usar o microblog durante o sono ou mesmo durante o sexo (imagine o que as pessoas pensariam em postar em um momento como esse). E, de acordo com o estudo, o desejo de fazer "aquele" comentário na rede social é tão grande que a possibilidade da pessoa ceder os anseios é... ( continua em http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2012/07/03/estudo-conclui-que-e-mais-facil-dizer-nao-ao-cigarro-e-a-bebida-do-que-ao-twitter/ )