terça-feira, 14 de agosto de 2012
Revista Forbes diz que brasileiros se deixam enganar ao pagar caro por carro
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Senado aprova nova tributação para comércio eletrônico
04/07/2012 - 18h45
Senado aprova nova tributação para comércio eletrônico
Após três meses de negociações, o Senado aprovou em plenário nesta noite de quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de tributação do ICMS para o comércio eletrônico no País. O texto final ficou mais abrangente do que a proposta original: as mudanças do e-commerce vão valer também para toda forma de comércio não presencial, como vendas por telefone e catálogos.
Nos dois turnos de votação, não houve um voto contrário sequer. No primeiro turno, 60 senadores foram favoráveis. Na votação do segundo turno, 55. A matéria seguirá para apreciação pela Câmara dos Deputados. Na prática, a proposta faz com que os Estados de destino fiquem com a maior parte do ICMS dessas transações comerciais. Atualmente, no comércio eletrônico, todo o imposto é recolhido pelo Estado de origem. Os senadores da bancada de São Paulo, Estado que mais perde com as alterações, concordaram com as mudanças após cederem ao longo das negociações.
A PEC era uma das contrapartidas do governo Dilma Rousseff para mudar o indexador de correção das dívidas dos Estados com a União em abril. Mas, diante da falta de consenso entre o Executivo e os governadores, o debate sobre o indexador não foi levado adiante e está parado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Os senadores decidiram apoiar o parecer do líder do PMDB e relator da PEC, Renan Calheiros (AL). O peemedebista acolheu emendas apresentadas pelos senadores Cyro Miranda (PSDB-GO), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Lídice da Mata (PSB-BA) que aumentaram as possibilidades do comércio não presencial e incluíram as expressões "pessoas físicas" e "pessoas jurídicas" de forma a garantir que não haja diferença de tributação entre ambas.
O texto final de Renan também incorporou uma mudança sobre a forma de recolhimento do imposto, que é sempre a diferença da alíquota do ICMS interno e o interestadual. O recolhimento caberá ao Estado destinatário quando este for o contribuinte do imposto. Ficará a cargo do Estado remetente, quando o destinatário não for o responsável pelo... ( continua em http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2012/07/04/noticiaseconomiaae,2871998/senado-aprova-nova-tributacao-para-comercio-eletronico.shtml )Elementos que formam uma marca

quinta-feira, 12 de julho de 2012
Elementos que formam uma marca
Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.
O processo de Ensino e Aprendizagem
O processo de Ensino e Aprendizagem
Por Marcelo Souza em 3/07/2012 03:55:00 PMRio apresenta apps para serviço público
Rio apresenta apps para serviço público
São Paulo - Localizar via GPS a unidade de saúde com atendimento especializado, encontrar o ônibus ou um banheiro público. O desenvolvimento de aplicativos para celulares voltados para melhorias do serviços públicos foi alvo do concurso RioApps, que premiou na última semana ferramentas inovadoras de acesso e interação com serviços públicos no Rio.
Temas como unidades de saúde, transporte público, orçamento e gestão ganharam aplicativos que orientam os cidadãos e permitem avaliações de todos os usuários dos serviços.
Ao todo, foram 2 mil ideias de aplicativos relacionadas a demandas e problemas da cidade. A partir daí, os desenvolvedores criaram ferramentas interativas em que os usuários podem opinar sobre a qualidade do atendimento e melhorias nos serviços. Doze projetos foram premiados, dos quais oito funcionam em modo experimental e podem ser baixados na internet.
Os aplicativos vencedores destacaram serviços como a identificação de especialidades médicas nas unidades de atendimento, sugestão de prioridades de investimentos da prefeitura, acesso aos transportes públicos, classificados de comunidades pacificadas e fiscalização de obras.
Vencedor do concurso, André Ikeda, de 25 anos, criou um aplicativo que informa aos passageiros de ônibus o local e a quantidade de lugares disponíveis nas linhas a partir das mensagens publicadas pelos usuários. Assim como ele, outras três milhões de pessoas utilizam os serviços de ônibus diariamente no ... ( continua em http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/rio-apresenta-apps-para-servico-publico-20072012-3.shl )Uso de uniforme com propaganda sem autorização do empregado fere direito à imagem
24/07/2012
Uso de uniforme com propaganda sem autorização do empregado fere direito à imagem
O próprio preposto admitiu o uso do uniforme com logomarcas dos produtos comercializados.O uso de uniforme pelo empregado, contendo logomarca de outras empresas, sem a sua autorização ou compensação financeira, caracteriza violação ao direito de imagem do trabalhador e enseja indenização por danos morais. Assim se manifestou a 7ª Turma do TRT-MG, ao julgar favoravelmente o recurso de um empregado que pediu reparação por ter sempre trabalhado vestindo camisas com propaganda de grandes marcas de produtos eletrônicos, sem receber nada pela publicidade.
O juiz de 1º Grau indeferiu o requerimento do trabalhador por entender que ele também se beneficiava do uso das camisas com propaganda, já que isso incrementava as vendas e, como ele recebia comissões, tinha os seus ganhos aumentados. Mas o desembargador Marcelo Lamego Pertence não concordou com esse posicionamento. Para o relator, não há dúvida da ocorrência de exploração indevida e sem autorização da imagem do reclamante. O próprio preposto admitiu o uso do uniforme com logomarcas dos produtos comercializados. Por outro lado, a empregadora não comprovou o pagamento pela publicidade, nem mesmo... ( continua em http://www.contadores.cnt.br/portal/noticia.php?id=26134&Cat=1&Uso%20de%20uniforme%20com%20propaganda%20sem%20autoriza%C3%A7%C3%A3o%20do%20empregado%20fere%20direito%20%C3%A0%20imagem.html )Estudo conclui que é mais fácil dizer “não” ao cigarro e à bebida do que ao Twitter
Estudo conclui que é mais fácil dizer "não" ao cigarro e à bebida do que ao Twitter
Edgard MatsukiPergunta rápida: é mais difícil resistir a um cigarro, a um copo de cerveja gelado ou ao o Twitter? Para pesquisadores da Universidade de Chicago, a terceira opção é a resposta. É verdade. De acordo com um estudo feito pela universidade com voluntários na Alemanha, o impulso de fazer um comentário no Twitter é mais difícil de ser controlado do que a vontade de beber e fumar.
Segundo os pesquisadores americanos, existem casos de pessoas que sentem vontade de usar o microblog durante o sono ou mesmo durante o sexo (imagine o que as pessoas pensariam em postar em um momento como esse). E, de acordo com o estudo, o desejo de fazer "aquele" comentário na rede social é tão grande que a possibilidade da pessoa ceder os anseios é... ( continua em http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2012/07/03/estudo-conclui-que-e-mais-facil-dizer-nao-ao-cigarro-e-a-bebida-do-que-ao-twitter/ )


